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A verdadeira opressão da família e da mulher

A natureza não faz nada em vão.

Aristóteles.

Divina é a natureza, de sua encantável beleza, das florestas, das montanhas e de seus campos. Saboreavam os frutos do qual plantavam sobre a terra. Uma alta qualidade de vida, e quaisquer fossem as condições, havia aquela receita natural de família, que fazia uma profunda diferença, tratando a saúde de forma natural. Seus olhos se direcionavam para além das colinas, dos bosques, das arvores e dos rios, sentindo se parte de tudo aquilo que viam. Compartilhavam os frutos entre todos da família, respeito e admiração pelos animais, um cuidado com os animais domésticos que por tradição, tinham seus cães dos quais compreendemos os seus valores em defesa do lar, o equilíbrio e o bem estar sob as crianças, como todo um cuidado com os bichos da natureza que vinham visitar as flores dos jardins das casas. Eles elevam seus espíritos sobre a bela e misteriosa vida. Não podemos descartar a ideia de que essa vida seja um trabalho sublime da providência divina.

Não há nada pior do que o dinheiro na sociedade humana

Antígona

Estas famílias não contavam com uma ironia do destino, o oposto da vida, havia um povo movidos pelo rancor que tinham da humanidade, genocidas e destruidores de todas estas maravilhas. Este povo conduziu as revoluções mais violentas e exterminadoras de povos além de nossas imaginações, os corajosos viram e hostilizaram estas ideias alienígenas. A revolução que mais impactou estas vidas foi a revolução industrial, que teve financiamento através do capital de especulações financeiras. Um de seus principais investidores foram os Rothschild’s. As maquinas superaram o homem no âmbito da produção material, já que as maquinas foram construídas para esta finalidade, os tirando de seus campos a irem para os precários centros urbanos. Essa revolução que perpetua com altas e baixas até os nossos dias atuais e com êxito, por ter materializado o tempo do homem, alienando o homem de si mesmo e dos outros.

Under The Yoke – Eero Järnefelt, 1893.

Os romancistas repudiaram esta revolução pois reverenciavam a tradição da vida sob os campos, ficaram horrorizados mediante as convulsões causadas pela industrialização, pela urbanização, da exploração por parte da burguesia em favor dos lucros, e pela miséria das famílias reduzidas em seus valores, tratadas apenas como classe trabalhadora.

A primeira corrente filosófica do socialismo na época, fazia duras críticas a exploração da classe trabalhadora, porém acreditaram em uma primeira instancia que a burguesia reconheceria a exploração imposta e, realizariam mudanças para melhores condições das vidas dos explorados. Claro, que foram equivocados em relação aos princípios desta nova classe. Não eram mais a classe dos nobres e sim, homens de negócios estabelecendo o culto ao bezerro de ouro. Uma das propostas que vai em contrapartida à essa primeira corrente ideológica do Socialismo utópico, foi o socialismo marxista de Karl Marx e de seu companheiro Friedrich Engels, que se basearam em concepções materialista e dialética da História, trazendo formas mais concretas para se alcançar o objetivo final do socialismo utópico, o comunismo.

As experiências do marxismo na história não ficaram somente na teoria, mas muitos dos partidos políticos ao redor do mundo desde que foram lançadas suas bases, tentaram aplicar as ideias de Marx para que chegassem ao comunismo. Os resultados marcariam o mundo nos próximos séculos até os nossos dias atuais, por crimes contra a humanidade, perseguição religiosa, estupros em massa, censura, e mortes por fome.

Uma destas ideias se encontra no livro “A Origem da família, da Propriedade Privada e do Estado”, foram escritos de Marx e publicados por Engels em 1884, do qual alegava a “opressão da mulher” na sua relação com o homem(marido), como uma “escrava” da família, proporiam meios da mulher se emancipar inserindo-a no trabalho social produtivo e esta concepção é a semente do feminismo.

Assim Engels, em suas próprias palavras começa o seu livro:

“Os capítulos seguintes vêm a ser, em certo sentido, a execução de um testamento” p. 110.

É um estranho desejo, desejar o poder e perder a liberdade.

Francis Bacon

As ideias contidas no livro do qual Engels publicou, seriam os pontos principais a questionar os valores da mulher e de sua família, e sobre a relação da família e da mulher para com o estado. Ali se referem que a mulher sofreu uma derrota milenar e estava sobre a “opressão do patriarcado”.

L’ouvrière parisienne, avant la guerre, pendant la guerre (1916)

Entretanto venhamos a compreender que as estapafúrdias ideias foram apresentadas com base no materialismo e na dialética, pois a partir do momento em que as maquinas estavam superando o trabalho humano, as inúmeras famílias não encontraram outra escolha e tiveram que sair dos campos aos montes, do qual este assunto é comumente abordado como “Êxodo rural”, quando buscamos compreender religiosamente a palavra ‘êxodo’ se refere a como os israelitas deixaram para trás a escravidão no Egito. Esta visão de que eles foram pros centros urbanos por escolha própria, é um tanto ignorante, pois aquelas famílias não eram escravas da terra, na verdade elas eram livres, para trabalhar e tirar o seu sustento, ter o precioso tempo para prestigiar a família e a vida. Largar toda esta vida natural para se apertar nos centros urbanos com tantas outras famílias que estavam à procura de empregos e de um lar, através de uma coerção destas famílias dos quais estavam desamparadas por perderem seus lares para ter que trabalhar muito e ganhar miseravelmente pouco. Isso sim lembra as características da escravidão. Muitos homens, crianças e mulheres morriam em seus trabalhos, vidas totalmente descartáveis, pois havia um exército de trabalhadores.

Engels faz suas seguintes observações:

“O primeiro antagonismo de classe que apareceu na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre o homem e a mulher na monogamia e a primeira opressão de classe coincide com a opressão do sexo feminino pelo sexo masculino. A monogamia foi um grande progresso histórico, mas, ao mesmo tempo, ela abre, ao lado da escravatura e da propriedade privada, a época que dura ainda hoje, onde cada passo para frente é ao mesmo tempo um relativo passo atrás, o bem-estar e o progresso de uns se realizam através da infelicidade e do recalcamento de outros”. (ENGELS, 1984, p.71)

“Segundo a concepção materialista, o fator determinante, em última instância, na história, é a produção e a reprodução da vida imediata, que, no entanto, se apresentam sob duas formas. De um lado, a produção de meios de subsistência, de produtos alimentícios, habitação e instrumentos necessários para isso. De outro lado, a produção do mesmo homem, a reprodução da espécie. (Engels, 2000, p. 11-12)

Desde o princípio, o homem e a mulher buscavam sobreviver as condições climáticas, geográficas, de se alimentarem, de buscarem ter segurança, sobreviver e perpetuar a vida, entre outras questões. Eles reconheciam suas habilidades naturais e desempenhavam cada um, uma função. Estes elementos foram primordiais para a permanência da humanidade sobre a terra, os fortes lutaram contra as forças da natureza, os fracos foram eliminados. Não havia misericórdia aos homens e mulheres, eles fariam o que fosse necessário para a sobrevivência. Não seria tarefa fácil em sobreviver ao período da idade das pedras se um sexo escravizasse o outro, na verdade eram complementares com suas diferenças naturais, um ao outro.

“Homem pré-histórico caçando o urso”. Óleo sobre tela de Emmanuel Benner, 1932.

Todas estas ideias tem como objetivo esta finalidade:

“A libertação da mulher exigiria, como primeira condição, a inclusão total do sexo feminino na indústria social, o que, por sua vez, requereria a supressão da família individual enquanto unidade econômica da sociedade. A indústria doméstica se converteria em indústria social e o tratamento e a educação das crianças passariam a ser uma questão pública. Para tanto, a sociedade cuidaria, com o mesmo empenho, de todos os filhos, quer fossem legítimos ou ilegítimos (Engels, 2000, p. 82). ”

Não houve libertação alguma, as mulheres foram levadas aos postos de trabalho deixando as crianças sem a figura delas mesmas e dos pais em uma formação do caráter de seus filhos, abandonaram as tarefas naturais dos lares, se distanciando de uma vida tradicional e saudável a uma vida de luxurias, doenças e materialismo. Elas não se reconheciam mais, estavam alienadas do trabalho exaustivo, de estarem cansadas e terem mais as tarefas domesticas a fazer, dos cuidados e atenção para com os filhos, estavam alienadas de si mesmas. Deviam atender os pedidos dos patrões burgueses gananciosos, para que lhes dissessem que os homens são culpados por sua objetificação. Até os dias de hoje, estas empresas e industrias as exploram e sempre colocam a culpa no “patriarcado” como se os verdadeiros homens concordassem com todas as misérias materialistas propagadas pela burguesia. Muitas mulheres devidas as misérias, recorriam a prostituição para poder comer, a mulher já marginalizada se tornou o produto. É a destruição da base de uma nação que é a família, as transformam em ignições de produção e de consumos desenfreados que lhe trazem satisfações momentâneas, não eternas, sem se atentarem aos valores e a suas próprias famílias.

Quem está por traz destas malditas ideias e porquê?

Um dos povos mais antigos da história, atravessaram os séculos, estando atrás de alguns fatores que levaram as grandes quedas dos antigos impérios, e que estão atualmente sobrerepresentados em todos os campos da maioria dos países no mundo. Eles compilaram seus conhecimentos, sua mentalidade em volumes antigos de escritos babilônicos que levam o nome de Talmud. Veremos abaixo trechos sobre o que eles pensam sobre a mulher:

Foi ensinado: “A mulher é uma mangueira cheia de imundície, cuja boca está cheia de sangue, e ainda assim todos vocês correm atrás” (Shabbath F. 152a).

Menahoth 43b-44a. Um homem Judeu é obrigado a dizer a seguinte oração todo dia: Obrigado Deus por não me fazer um gentio, uma mulher ou um escravo.

Sobre as crianças:

Yebamoth 98a. Todas crianças gentias são animais.

Abodah Zarah 36b. Meninas gentias estão em um estado de niddah (imundície) desde o nascimento.

Sobre os gentios:

Baba Kamma 113a. Judeus podem usar mentiras (“subterfúgios”) para iludir um gentio.

Sanhedrin 74b

“É permitido tirar o corpo e a vida de um gentio.”

Sobre o trabalho:

Sanhedrin 57a. Um judeu não precisa pagar a um gentio (“Cuthean”) os salários devidos a ele pelo trabalho.

Resh Lakish disse: Aquele que é observador das franjas terá o privilégio de ser servido por dois mil e oitocentos escravos, pois está dito: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Naqueles dias acontecerá que dez homens tomarão conta, de todas as línguas das nações se apoderará da saia daquele que é judeu, dizendo: Iremos contigo, etc.

A mentalidade inserida neste livro atravessa os séculos mantendo seus princípios em corromper, corroer e escravizar toda a humanidade. Podemos ter a certeza que não são meras passagens quando essas ideias grotescas foram aplicadas na prática e denunciadas. Veremos o caso de Bakunin para uma melhor compreensão.

Mikhail Bakunin (1814 -1876) foi um anarquista russo, que ao escrever uma carta aos internacionais de Bolonha, ele faz uma denuncia a respeito das relações de Karl Marx e dos Rothschild de sua época:

“Bem, todos esses adoradores do bezerro de ouro, que formam uma única seita exploradora, um tipo de povo sanguessuga, um parasita coletivo devorador e organizado nele próprio, não somente através das fronteiras dos Estados, mas através mesmo de todas as diferenças de opiniões políticas, este mundo está atualmente, em grande parte pelo menos, à disposição de Marx de um lado, e dos Rothschild do outro. Eu sei que os Rothschild, reacionários que são, que devem ser, apreciam muito os méritos do comunista Marx; e que, por sua vez, o comunista Marx se sente invencivelmente arrastado, por uma atração instintiva e uma admiração respeitosa, em direção ao gênio financista dos Rothschild. A solidariedade dos adoradores do bezerro de ouro, esta solidariedade tão possante que se manteve através de toda a história, os une.”

As escolhas dos quais estas mulheres fizeram por buscar a emancipação da mulher da “opressão” que disseram que elas passavam sobre a família, colocou elas em conflito com os homens como se todos os predadores sexuais, fracos e degenerados da sociedade pudessem ser considerados homens, destruiu as relações sociais, falsas acusações, linchamentos e até mortes causadas por todo este empoderamento.  Lhes trouxeram uma ideia de que uma vida sem filhos é o maior dos progressos, progresso real pro capitalismo atual que pouco se importa a quem ele explora, que sabe que mulher que não tem filho trabalha mais, casos de péssimo tratamento caso ela esteja gravida, algumas chegam a perder seus filhos por “normas” da empresa, as que voltam depois do nascimento de seus filhos são demitidas, o estado por estar sempre em péssimas mãos, pouca assistência dá a estas mães e a seus filhos, logo vem a sugestão dos progressistas com o aborto que resolverá estes problemas, com os mais esdrúxulos pontos de vista para a legalização do aborto, duas circunstancias para os mesmos fins, escravidão e morte. A mulher que nega a natureza humana, a vida não à poupara.

Fontes:

ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1984.

ENGELS, Friedrich (2000 [1884]). A origem da família, da propriedade e do Estado. São Paulo: Escala.

https://industrialrevolutionspod.com/episodes/2019/9/17/chapter-29-the-rothschilds

https://www.osentinela.org/mikhail-bakunin-sobre-marx-e-os-rothschilds/

https://arqueologiaeprehistoria.com/2015/05/16/havia-igualdade-entre-os-primeiros-homens-e-mulheres-dizem-os-cientistas/

https://www.atribunamt.com.br/2017/02/02/negar-a-natureza-humana-nao-nos-transforma-em-criaturas-angelicais/

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