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Justamente no dia da consciência negra, na loja Carrefour de Porto Alegre, um homem “negro” acusado de cometer furto e ameaçar uma funcionária do supermercado foi respondido com golpes pelos seguranças e acabou falecendo. Isso foi o suficiente para iniciar uma revolta dos movimentos negros contra diversas lojas Carrefour pelo Brasil (Como em Porto Alegre, Brasília e São Paulo).

Não podemos deixar de observar as similaridades com o caso do George Floyd que ocorreram nos EUA meses atrás. Dois criminosos acidentalmente morrem nas mão de policiais/guardas e isso já é o suficiente para a mídia progressista empurrar para as massas sobre o “racismo estrutural” e o “sentimento revolucionário” impregnado dentro do movimento negro desde as suas origens. Estão até reportando que o homem morreu por asfixia, igualmente como George Floyd?

 

Um diferença que os veículos corporativos de mídia deixaram passar é que tentaram colocar os seguranças responsáveis por causar o falecimento de João Alberto Silveira Freitas como “brancos”, quando são duas pessoas pardas. Um deles, Giovane Gaspar da Silva, 24 anos, era policial militar temporário e trabalhava pela primeira vez como segurança terceirizado do Carrefour no dia. Procedimento irregular, segundo a Polícia Militar no Brasil.

Os resultados? Movimentação de progressistas utilizados como massa de manobra por forças financiadoras ocultas. Para todos que entendem como funciona a estratégia revolucionária e de manipulação desses movimentos, percebe que as manifestações nos Estados Unidos não foram orgânicas, e sim orquestradas para empurrar uma agenda política, aqui está sendo a mesma coisa. Coincidência isso acontecer no dia da consciência negra?

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Podemos até criticar a atitude exagerada dos seguranças do Carrefour e também criar um boicote da mesma maneira que foi feita quando ficou famoso o caso do cachorro de rua que flagraram sendo morto há alguns anos atrás. Porém as manifestações do nível que estão acontecendo não são, no fundo, por causa da morte de João Alberto Silveira Freitas ou de George Floyd, e sim somente por oportunismo político. Prova disso é que a maioria dos manifestantes aparentemente “lutando pelos direitos dos negros” são pessoas brancas de classe média que acreditam que racismo é ser xingado na internet.

A imagem acima retrata perfeitamente todas essas “manifestações” em nome das “igualdades e direitos democráticos”.

Durante as manifestações também levantaram placas idolatrando Zumbi dos Palmares, que é visto como um ícone da liberdade negra, quando esse deveria ser a Princesa Isabel, a verdadeira abolicionista da escravidão e não um negro que escravizava seus semelhantes. Sem falar nos diversos outros crimes que Zumbi dos Palmares cometia contra os irmãos de sua própria cor entre outros crimes ainda mais horrendos.

Para essa situação se tornar um novo caso “George Floyd” basta a mídia querer, e dependerá de quanto dinheiro vão injetar nela para que criem a narrativa de revolta o suficiente para o Carrefour deixar de ser local de ação e então partirem para as ruas da e o alvo então será a nação. Conflitos civis são necessários para serem criadas cortinas de fumaças para os ventrículos consigam realizar o seu show. Mudanças geopolíticas vão acontecer em 2021, só estamos presenciando o começo.

Nada é por acaso, tudo é oportunismo e orquestrado por interesses ocultos.


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By Nick Clark

Universitário no curso de História, apresenta trabalhos e contribuições de diversos autores com textos focados na temática histórica política e revisionista histórica.

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