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A DOENÇA MORTAL DA PSICOLOGIA: UMA ANÁLISE A PARTIR DE FOUCAULT E KIERKEGAARD [1]

“E eu me volto para a Noite misteriosa, sagrada e indescritível.
Ao longe repousa o mundo, em sepulcro profundo; um lugar solitário e arruinado…
Negra Noite, não terás uma afinidade conosco?”
Novalis, “Hinos para a Noite”, 1797.

Desde metade do século XX, a Psicologia no Brasil é considerada uma profissão e teve este reconhecimento pela lei nº 4.119 de 27 de agosto de 1962, e formou seu conselho profissional em 1971, o Conselho Federal de Psicologia, regulamentado pelo Decreto 79.822, com o objetivo de regulamentar, orientar e fiscalizar o exercício profissional, promovendo inclusive espaços de discussão sobre os temas de preocupação da área de atuação e sua relação com a realidade social [2]. E isto foi possível apesar da diversidade de abordagens existentes no seu âmbito epistemológico e metodológico. Entretanto, fundamentalmente, estas abordagens aparentemente distintas não se desfizeram dos pressupostos racionalistas, positivistas e empiristas. Esta multiplicidade de psicologias [3] pretende descrever o homem e se construir a partir de estruturas biológicas. Reduz o objeto de investigação ao corpo ou a deduções de funções orgânicas. A própria pesquisa em psicologia não é mais que um ramo da fisiologia. O brado da caduquice positivista no trabalho real da Psicologia é lançado pelo crítico Michel Foucault (1926-1984). Conforme J. E. Morère ao prefaciar a obra A pesquisa científica e a psicologia:

Elas estudam as diversidades humanas e descrevem a evolução da criança, as degradações do louco, a estranheza dos primitivos. Ora elas descrevem o elemento, ora pretendem compreender o todo. Às vezes se ocupam exclusivamente com a forma objetiva do comportamento […] Algumas deduzem, outras são puramente experimentais e utilizam estruturas matemáticas como forma descritiva. […] Pobre alma […], cercada de técnicas, remexida de questões, posta em formulários, traduzida em curvas. Auguste Comte acreditava, com algumas reservas, que a psicologia era uma ciência ilusória, impossível e a menosprezou. […] Apesar de tudo, há psicólogos, e que pesquisam. [4]

É de geral conhecimento que a obra de Comte, no decorrer do séc. XX foi tomada como um “artigo de fé” pelos adeptos do Behaviorismo [5]. Suas considerações sobre a Psicologia, segundo o enunciado de Morère, consonante ao de Foucault, encontradas em sua Primeira Lição sobre a Filosofia Positiva, são as seguintes:

Percebe-se que de nenhuma perspectiva há lugar para essa psicologia ilusória, última transformação da teologia, que se tenta em vão reanimar hoje e que […] pretende chegar à descoberta das leias fundamentais do espírito humano, contemplando-o ele próprio. […] Estão até hoje divididos numa multidão de escolas que disputam incessantemente sobre os primeiros elementos de suas doutrinas […] essas noções tão ralas, proclamadas com tanta ênfase e que provêm exclusivamente da infidelidade dos psicólogos a seu suposto método. [6]

Foucault denuncia que a Psicologia científica só é possível mediante a não existência de uma prática autônoma. A possibilidade de uma práxis positiva e “eficaz” é dada na medida em que toma de empréstimo experiências de outras áreas. É o exemplo da psicometria que repousa sobre a validação de testes apenas por intermédio direto ou indireto de outros testes não psicológicos. A tarefa da Psicologia, segundo Foucault, é problematizar suas contradições epistemológicas e históricas, e alega que seu estilo particular de pesquisa, por vocação, “[…] é crítica, negativa e desmistificadora”, formando um “inverso noturno da ciência psicológica que tem por tarefa comprometer” [7]. Estas são as “psicologias noturnas”, também citadas por Morère, que reconhecem no homem algo de inexplicável e complexo, e visa estudar as “[…] inquietantes profundezas da obscuridade interior” [8].

Esta objetificação do ser humano que segue os ideais de fundamentação e determinação das ciências físico-matemáticas, bem como das ciências naturais, orientou o projeto científico da Psicologia – e esta noção já está explícita em seu próprio movimento socio-histórico [9].

E é neste destino da Psicologia Científica, tal e qual desenvolvida neste trabalho e situada nas suas diversas dimensões de atuação que reside a doença mortal já anunciada por Søren Aabye Kierkegaard (1813-1855) em seu O Desespero Humano de 1849: a doença mortal é o desespero, e o desespero, é uma discordância na síntese do homem. O homem é espírito, é um “eu” de relação, que possui consciência da relação dialética entre os termos da existência, como necessidade e possibilidade, finitude e infinitude, temporalidade e eternidade. [10]

Segundo o Dicionário de Filosofia de N. Abbagnano, a Psicologia é uma:

Disciplina de conhecimento que tem por objeto a alma, a consciência ou os eventos característicos da vida animal e humana, nas várias formas de caracterização de tais eventos com o fim de determinar sua natureza específica. Às vezes, tais eventos são considerados como pura mente ‘mentais’, ou seja, como ‘fatos da consciência’; outras vezes, como eventos objetivos ou objetivamente observáveis, ou seja, como movimentos, comportamentos, etc. [11]

Bem como o que é considerado Psicológico é aquilo “[…] que se refere à consciência do indivíduo” [12], observando que, etimologicamente Psicologia refere-se à composição dos termos gregos psykhé: “Alma ou Consciência” [13] e logos: “A razão enquanto […] substância ou causa” [14], compondo um sentido de “estudo da mente”, apesar de “mente” provir do latim mens e do indo-europeu men: pensar, lembrar-se [15], percebe-se que, salvas as inúmeras discussões em meio acadêmico a respeito dos objetos da ciência psicológica e suas preocupações de estudo, originariamente a Psicologia relaciona-se com os conceitos de alma, consciência, mente, substância e razão. Se o homem, que é a consciência de uma relação em síntese dialética, em outros dizeres, possui um “eu”, uma autoconsciência que surge como um terceiro termo positivo na dialética existencial, é interpelado por uma perspectiva virtual de si mesmo, como é o caso das propostas da Psicologia Moderna e suas visões de homem – ora estruturado, filosoficamente como coisa pensante ou substância abstrata, efeito de experiências sensoriais e fenômeno particular, ora explicado cientificamente como objeto psicofísico, estrutura psicodinâmica, soma de fatos psíquicos, animal ou organismo determinado pelo ambiente –, ele desespera, pois, diante do real, é lançado numa queda. E quanto mais elaborada a virtualidade, tanto mais distante do real, maior será a queda. Entre desesperar-se diante do confronto com o real e negar o desespero, o progresso está justamente em desesperar-se, pois este é tanto uma vantagem quanto uma imperfeição em relação dialética. De toda forma, “sofrer um mal destes coloca-nos acima do animal”, uma vez que “a superioridade do homem sobre o animal está pois em ser suscetível de desesperar” [16].

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Um homem positivo, um cientista, diante de sua condição não consciente, diante de sua negação do “eu”, será o desesperado que só consegue ver a necessidade, sem possibilidade. A deusa Loucura, em seu discurso escrito por Erasmo de Rotterdam, o Elogio da Loucura de 1523, adverte quanto à limitação à categoria da necessidade em um homem sábio. Este, segundo a deusa, deve estar aberto tanto à razão quanto às paixões, as possibilidades, negando a frieza e falta de vontade humanas ao modelo estoico:

[…] toda a diferença entre um louco e um sábio é que o primeiro obedece a suas paixões e o segundo à sua razão. Eis por que os estoicos proibiram ao sábio as paixões como se fossem doenças. No entanto, são essas paixões que servem de guia aos que seguem com ardor o caminho da sabedoria; são elas que os estimulam a cumprir os deveres da virtude, inspirando-lhes o pensamento e o desejo de fazer o bem. […] Um sábio dessa espécie não seria mais um homem […] enfim, para falar mais claramente, seria um ídolo estúpido, desprovido de todo sentimento humano e tão insensível quanto o mármore mais duro [17].

Este homem é tanto “o fatalista” cujo “deus é a necessidade” quanto “o determinista” em que “não respira o eu […] porque a necessidade pura é irrespirável e asfixia inteiramente o eu” [18]. Considerando a categoria da finitude, este homem científico vive o desespero no finito, enchendo-se de ocupações rigorosas e formais, esquecendo-se de si mesmo e elevando-se na sociedade: “Bem longe de o tomarem por um desesperado, é precisamente um homem como a sociedade o quer” e assim vive, “[…] tendo os louvores dos outros, as honras, a estima e todos os bens terrestres” [19]. Assim compõem a sociedade científica ou filosófica, por exemplo, estes homens desesperados em sua finitude: “Seu nome talvez passe à história, mas terão sido na verdade eles mesmos?” [20]. Quanto, ainda, sob a ótica da categoria da consciência, esta virtualidade de um homem físico-natural sustentada pelas hipóteses empírico-positivistas vive o pior dos desesperos: o desespero que se ignora, ou a ignorância desesperada, afinal é “[…] presa da sensualidade e duma alma plenamente corporal; porque sua vida conhece apenas as categorias dos sentidos” [21].

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Esta forma de desespero, que é de longe a mais comum e intensa, em que o homem tem a menor consciência de si como espírito e vive vegetativamente, é a do homem que não mergulha limpidamente em si mesmo “[…] mas se funda nebulosamente sobre qualquer abstração ou a ela se reduz […] ou que, cega para consigo mesma, não vê nas suas faculdades mais do que energias de origem pouco explícita” [22]. Diante deste desespero tão profundo, em que os homens gozam de si mesmos com vaidade e falsidade, Kierkegaard apresenta uma analogia:

Imagine-se uma casa, cada um de cujos andares – adega no subsolo, térreo, primeiro andar – tivesse uma espécie diferente de moradores, e compare-se a vida com esta casa. Não se veria – tristeza ridícula! – que a maior parte da gente preferiria apesar de tudo a adega no subsolo! Nós todos somos uma síntese com uma finalidade espiritual. Essa é nossa estrutura. Todavia, quem não prefere habitar a adega, as categorias do sensual? Não só o homem prefere viver nelas, mas ama-as a tal ponto que se zanga quando lhe propõem o primeiro andar, o andar nobre, sempre vago e esperando-o – porque afinal toda a casa lhe pertence. [23]

Esta construção imaginária reafirma o destino spiritual humano, porém destaca-lhe a preferência de negar-se a própria condição. Dentre tantas opções, o homem ainda prefere o nível imediato e preciso das sensações, ficando estupefato com a segurança de possuir algum domínio sobre sua bela moradia – a vida – e agressivo se outro questiona-lhe seu comportamento. O pensador dinamarquês eleva ainda mais sua escrita provocante e vigorosa com outra analogia, desta vez num ataque direto aos sistemas filosóficos e científicos:

Certo pensador eleva uma construção imensa, um sistema, um sistema universal que abraça toda a existência e história do mundo etc., – mas se alguém atentar na sua vida privada, descobre com pasmo este enorme ridículo: que ele próprio não habita esse vasto palácio de elevadas abóbadas, mas um barracão lateral, uma pocilga, na melhor das hipóteses o quartinho do porteiro! E zanga-se se alguém ousa uma palavra para lhe fazer notar essa contradição. Pouco lhe importa viver no erro, contanto que construa o seu sistema… Ajudado por esse erro [24].

Afastado da verdade por mais um grau negativo, o desesperado que se ignora, que ignora a própria eternidade ou transcendência, que ignora a possibilidade, a consciência e a liberdade, “[…] realize o que realizar de extraordinário, explique o que explicar, até o próprio universo, por muito interessante que, como esteta, goze a vida, com tudo isso, ela será desespero” [25]. Enquanto desesperado, estará mortalmente doente, e neste caso lamentável, “[…] a vida não permite esperança”, pois está ciente do infinito deste perigo, desta “[…] enfermidade do ‘eu’” que é “Eternamente morrer, morrer sem todavia morrer, morrer a morte” [26].

No entanto, diante de tal enfermidade do espírito, um questionamento urge por ser feito: será possível pensar o homem e suas dimensões de outra forma sem enquadrá-lo em hipóteses e padrões preestabelecidos que se pretendem e presumem científicos? A mesma questão é posta por Ballestê e Cabral: “Há chance para a psicologia fora dos esquadros de um saber decalcado da física, exclusivamente preocupado com a medida?” Ou ainda, “[…] pensar de uma maneira que não se resuma à norma do que vulgarmente se entende por ciência e aceita complacentemente, hoje ainda é possível?” [27].

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Pois a tragédia e o sofrimento humano espalham-se por toda Terra, hoje, tal qual uma antiga praga. O Estado, os sistemas sociais e as bases institucionais estão dissociados da experiência humana, suas necessidades e anseios. Foram nestes termos que Willard B. Frick escreveu a introdução para sua coleção de entrevistas em Psicologia Humanista em 1975. Vive-se atualmente uma crise de experiência pessoal, de competição pela validação da própria experiência. Os divergentes em demasia da experiência “normal”, aclamada como “esquizofrênica” pelo pensador, são avaliados, testados, diagnosticados. [28]

Quanto mais houver consciência, tanto mais haverá um “eu”, e assim crescerá a vontade, junto da liberdade e da infinitização desse “eu” como espírito. Crer é o oposto de desesperar, e desejar ser si mesmo, é a beatitude que traz a cura do desespero, que dissolve a discordância interna da síntese dos termos dialéticos da existência. Assim escreveu Jean-Jacques Rousseau na primeira parte de seu Discurso sobre as ciências e as artes de 1755:

Grande e belo espetáculo é ver o homem sair, por assim dizer, do nada por seus próprios esforços; dissipar, comas luzes da razão, as trevas em que a natureza o envolvera; elevar-se acima de si mesmo; lançar-se pelo espírito até as regiões celestiais; percorrer a passo de gigante, assim como o sol, a vasta extensão do universo; e, o que é ainda maior a mais difícil, voltar-se para dentro de si mesmo, a fim de ali estudar o homem e conhecer a sua natureza, seus deveres e seu fim [29].

De um modo geral, a Psicologia moderna evita e se mantém silenciosa sobre os problemas humanos reais e complexos, os dilemas existenciais da experiência humana e suas relações interpessoais. Resumindo, tornou-se erudita, mas pedante, irrelevante, eminentemente profissional e largamente ignorante e insensível quanto ao “objeto” de sua atividade: a pessoa humana.


Notas

[1] Este artigo é uma adaptação do capítulo “Análise do desespero científico: a doença mortal da psicologia” de meu livro “O alvorecer das artes do ser”, publicado pela Multifoco em 2016. Cf. BILDA, J. O. Análise do desespero científico: a doença mortal da psicologia. In: _____. O alvorecer das artes do ser: uma crítica da psicologia moderna, uma análise do desespero científico e uma propedêutica à psicoterapia fenomenológico-existencial e humanista. Porto Alegre: Luminária Academia, 2016. pp. 53-64.

[2] CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Conheça o CFP. 2015. Disponível em: <http://site.cfp.org.br/cfp/conheca-o-cfp/>. Acesso em: 23 ago. 2015.

[3] Questão atenuada pela popular obra de Bock, Furtado e Teixeira, Psicologias, tanto em
seu prefácio “[…] sempre tivemos a certeza de que ensinar a diversidade […] é a melhor forma
de iniciar o aprendizado dessa ciência. Daí o título escolhido” quanto no título de seu
primeiro capítulo: “A Psicologia ou as psicologias” (p. 14). Cf. BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. L. T. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia.
13. ed. São Paulo: Saraiva, 2001. p. 5.

[4] FOUCAULT, Michel. A pesquisa científica e a psicologia. In: MORERÈ, É. Des chercheus français s’interrogent. Nouvelle Recherche, Toulouse (França), n. 13, 1957, p. 173-201. Disponível em: <https://pt.scribd.com/doc/50664998/A-pesquisa-cientifica-e-a-psicologia-Foucault>. Acesso em: 10 jun. 2015. p. 2.

[5] GOODWIN, C. James. História da psicologia moderna. São Paulo: Cultrix, 2010.

[6] COMTE, Auguste. Curso de filosofia positiva. In: OS PENSADORES. Comte. Trad. José A. Giannotti e Miguel Lemos. São Paulo: Abril Cultural, 1978. p. 56-57.

[7] FOUCAULT, Michel. A pesquisa científica e a psicologia. In: MORERÈ, É. Des chercheus français s’interrogent. Nouvelle Recherche, Toulouse (França), n. 13, 1957, p. 173-201. Disponível em: <https://pt.scribd.com/doc/50664998/A-pesquisa-cientifica-e-a-psicologia-Foucault>. Acesso em: 10 jun. 2015. p. 8.

[8] Ibid. p. 2.

[9] Cf. livros de FIGUEIREDO, P. C. M.; SANTI, P. L. R. Psicologia: uma (nova) introdução. 2. ed. São Paulo: EDUC, 2000.; e de MUELLER, F.-L. História da Psicologia. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1968. Sugere-se artigo de CAMBAUVA, L. G.; SILVA, L. C.; FERREIRA, W. Reflexões sobre o estudo da História da Psicologia. Estud. psicol., Natal, v. 3, n. 2, dez. 1998.

[10] KIERKEGAARD, S. A. O desespero humano. Trad. Alex Martins. São Paulo: Martin Claret, 2007.

[11] ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. Trad. Alfredo Bosi. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. p. 809.

[12] Ibid. p. 811.

[13] Ibid. p. 813.

[14] Ibid. p. 630.

[15] ORIGEM DA PALAVRA. Site de Etimologia. Lista de Palavras. Mente. Disponível em: <http://origemdapalavra.com.br/site/palavras/mente/>. Acesso em: 07 set. 2015.

[16] KIERKEGAARD, S. A. O desespero humano. Trad. Alex Martins. São Paulo: Martin Claret, 2007. p. 21.

[17] ROTTERDAM, Erasmo. Elogio da loucura. Trad. Paulo Neves. Porto Alegre: L&PM, 2014. p. 43.

[18] KIERKEGAARD, S. A. O desespero humano. Trad. Alex Martins. São Paulo: Martin Claret, 2007. p. 42.

[19] Ibid. p. 37.

[20] Ibid. p. 37-38.

[21] Ibid. p. 44.

[22] Ibid. p. 47.

[23] Ibid. p. 45.

[24] Ibid. p. 45.

[25] Ibid. p. 47.

[26] Ibid. p. 23.

[27] BALLESTÊ, R. M. S.; CABRAL, R. B. Crítica ao postulado positivista da psicologia. Rev. Psicol., Fractal, v. 24, n. 3, p. 639-654, set./dez. 2012. Disponível em: <http://www.uff.br/periodicoshumanas/index.php/Fractal/article/view/559/752>. Acesso em: 15 ago. 2015. p. 650.

[28] FRICK, W. B. Psicologia humanista: entrevistas com Maslow, Murphy e Rogers. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.

[29] ROUSSEAU, Jean-Jacques. Discurso sobre as ciências e as artes – Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. Trad. Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Martin Claret, 2010. p. 21.

By Jonas Otávio Bilda

Psicólogo com formação em Daseinanalyse, Filósofo com formação em Fenomenologia. Escritor livre-pensador, tradutor, revisor e consultor literário. Autodidata em História geral, Religiões comparadas, Teorias da Educação, Literatura e Política. É autor de pesquisas acadêmicas sobre Psicologia Clínica em “O Alvorecer das Artes do Ser” (Luminária, 2016), ensaios filosóficos sobre Educação em “Cartas de um Solícito Acompanhante” (Multifoco, 2018) e pesquisa político-cultural em "A Civilização Eterna" (Clube, 2020); tradutor e organizador do “Livro de Veles” (Multifoco, 2020), e do "Kalevipoeg, o épico da Estônia" (Clube, 2021). Autor anônimo de mais de dez traduções de livros. Amante da Alta Cultura, é autor de artigos na mídia independente O Sentinela.

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