Composição Étnico-genética dos brasileiros

Através da história do Brasil e da observação de seu povo, constatamos que a população do nosso país é o resultado de uma confluência de grupos originalmente distintos, de origens étnicas diferentes, dos povos indígenas, europeus portugueses e africanos, assim como das posteriores ondas imigratórias de outros grupos europeus, principalmente da Europa Central e Ocidental, árabes e japoneses, além de outros povos asiáticos e de outros países sul-americanos.
Apesar da diferença entre os conceitos de “raça” e “etnia”,  grandes personalidades desse país, como Getúlio Vargas, Gustavo Barroso, Roquet Pinto e Darcy Ribeiro tentaram olhar para a composição étnica e racial do brasileiro procurando um ponto comum de identidade, e o definiram. Mas importante lembrar também é que o Brasil, em sua formação portuguesa, sempre teve laços estreitos com a cultura lusa que iam além da língua, dos nomes, mas estendiam-se para as formas de organização política, social e cultural do povo. Hoje, isso está cada vez mais em desuso e é quase inconcebível para um brasileiro comum, a ideia de pátria aquém e além do Atlântico
Isso são consequências da criação da ideia de pátria mestiça e “natividade” dos séculos XIX e XX que, apesar de pontos importantes na busca de identidade, acabou que no decorrer do tempo, nos fez distanciarmos das origens lusas para dar lugar a uma falsa ideia de descendência exclusiva de índios e africanos com um pé na Europa, oque não é verdade. 
Nesse artigo, tentaremos elucidar algumas dessas questões. Visto que nos dias de hoje, a massiva propaganda promocional dos governos progressistas do regime da Nova República, impôs a ideia da nossa matriz como “unicamente” africana e indígena, negando a nossa formação Ibérica e tentando retirar o nosso conceito de nação, visto que isso não estava de acordo com os parâmetros internacionais do “politicamente corretos”, uma forma de padronizar e extinguir a diversidade dos povos, como meio de propaganda de valorização de supostas “minorias étnicas” – uma falácia inexistente no Brasil – , enquanto que a atual onda conservadora liberal, tentando sobrepôr essa mesma propaganda, também ignora nossa formação cultural Ibérica e sua característica cultura de agregação ao nativo indígena e africano, para dar lugar a uma ideia vaga de multiculturalismo e adoção de um projeto cultural e social anglófilo.  

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Então, frente a isso, vamos fazer um panorama geral de nossa descendência e formação genética, afim de começar da base a busca pela nossas verdadeira identidade formativa, hoje tão retirada e mistificada aos brasileiros.
Declaração Racial
Na atual classificação do IBGE, a respeito do quesito “cor ou raça” – com um critério misto de fenótipo e ancestralidade –, encontram-se as seguintes categorias: brancos, pardos, pretos, amarelos e indígenas. O IBGE verifica a composição brasileira através de um censo realizado a cada 10 anos. E essa denominação é auto-declarativa, ou seja, o próprio indivíduo escolhe como se classificar.
Histórico da composição étnico-racial brasileira
Em 1872, houve o primeiro levantamento sobre a cor (ou raça) da população feito no Brasil  e os resultados foram: 4.188.737 pardos, 3.787.289 brancos e 1.954.452 negros. No segundo levantamento feito, em 1890, houve um tímido aumento da população negra, os resultados foram os seguintes: 6.302.198 brancos, 5.934.291 pardos e 2.097.42 pretos.
O que podemos observar nesses dados é que pelo menos a hierarquia das declarações continua quase a mesma. Os brancos eram o segundo maior grupo em 1872, passando a ser o maior a partir de 1890, elevando-se continuamente até o ápice em 1940, e declinando desde então, possivelmente com esse “boom” devido a forte imigração europeia do período correspondente. Os pardos, maior grupo étnico em 1872, declinaram drasticamente até 1940, elevando-se em 1950 e crescendo constantemente sendo segunda maior etnia absoluta de hoje, enquanto negros eram uma parcela significativa em 1872 (ainda na escravidão vigente, declinando constantemente até os dias hoje.
IBGE 2010
O último grande censo decorreu em 2010 e estamos às portas de outro em 2020. 
Grupos étnicos no Brasil segundo o censo de 2010.

Brancos brasileiros (eurodescendentes ou caucasianos)
Maior grupo étnico geral do país, os brancos brasileiros autodeclarados compõem cerca de 47,7% da população brasileira, somando cerca de 91 milhões de indivíduos espalhados por todo o território brasileiro, embora sua maior concentração esteja na região Sul e Sudeste do país. 
Brancos no Brasil em 2009.
Os números condizem fortemente com o passado imigratório no Brasil. Entre o final do século XIX e início do século XX, sobretudo após a Abolição da Escravatura, o Estado brasileiro passou a incentivar a vinda de imigrantes para substituir a mão-de-obra africana e mesmo antes, com o incentivo através do Imperador D. Pedro II para melhorar a qualidade e ampliar a qualificação da mão-de-obra no país, visto que a Europa já havia passado pelo seu processo de Industrialização. Entre 1870 e 1951, de Portugal e da Itália chegaram números próximos de imigrantes, cerca de 1,5 milhão de italianos e 1,4 milhão de portugueses. Da Espanha chegaram cerca de 650 mil e da Alemanha em torno de 260 mil imigrados. Os números refletem as porcentagens das origens declaradas pelos brancos brasileiros, onde a maioria dos colonos se estabeleceu no sul e sudoeste do país, desde as vastas regiões pouco habitadas até as grandes cidades densamente populadas como Rio de janeiro e São Paulo.   
Uma pesquisa realizada com mais de 32 milhões de brasileiros, dos quais quase vinte milhões se declaram brancos, perguntou a origem étnica dos participantes de cor ou raça branca. A grande maioria apontou uma origem brasileira (45,53%), italiana (15,72%), portuguesa (14,50%), espanhola (6,42%), alemã (5,51%), indígena (4,80%) e  outras origens (12,32%), que incluem africana, indígena, judaica e árabe.
O notório, porém, bastante explicável, fato de que quase metade dos brancos pesquisados declararem ser de “origem brasileira“. É explicável pelo fato de a imigração portuguesa no Brasil ser bastante antiga, remontando mais de quinhentos anos, fato que muitos brasileiros brancos desconhecem tais origens por já terem suas famílias enraizadas no Brasil há séculos, assim como por exemplo muitos estadunidenses se declaram americanos, mas sendo de origem inglesa. Nessa comparatividade, Portugal está para o Brasil oque a Inglaterra está para os Estados Unidos, o lugar de origem da cultural fundadora.
Essa construção histórica e social também serve para as populações negras e pardas brasileiras. 
Atualmente, a quantidade de brasileiros que se dizem brancos está em rápido declínio nas últimas décadas e o censo de 2010 foi o primeiro censo moderno onde os considerados brancos são menos de 50%, deixando de ser, junto, o maior grupo étnico do país.
Pardos Brasileiros (ou mestiços)
Segundo a definição atual do IBGE, pardos são pessoas que se declaram mulatas (descendentes de brancos e negros), caboclas (descendentes de brancos e ameríndios), cafuzas (descendentes de negros e ameríndios) e mamelucas (branco ou negro com semita ou outras raças). 
Pardos no Brasil em 2009.
No censo de 2010, 43,42% da população nacional se autodeclarou como sendo parda, 84 milhões de pessoas. Bem maior que os 79,782 milhões da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2006. Ou seja, em apenas 3 anos, o grupo que mais cresceu. Mas também temos que levar em conta de que esse crescimento, embora mais acentuado hoje em dia, já era visto nas décadas passadas. Em 2000, por exemplo, apenas 38,4% dos brasileiros que se autodeclaravam pardos.

Embora algumas pessoas associem esse termo a uma ancestralidade necessariamente “mestiça”, pesquisadores mostram um cenário diverso. Na própria famosa carta de Pero Vaz de Caminha, os índios foram chamados de “pardos”: “Pardos, nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas. Traziam arcos nas mãos, e suas setas. Vinham todos rijamente em direção ao batel”.

Uma característica da colonização portuguesa é que ela era dominantemente masculina. A imigração portuguesa para o Brasil nos séculos XVI e XVII foi composta praticamente somente por homens. Dada essa ausência de mulheres brancas disponíveis ao matrimônio, mostrava-se inevitável que o colono português tomasse como amante uma mulher de origem africana ou indígena, fato que explica o grande número de pardos presente na população brasileira atual.

Em certas regiões do Brasil, houve o predomínio da miscigenação entre europeus, africanos e índios; em outras regiões, predominou a miscigenação entre apenas os europeus e os indígenas; e, em outras regiões, houve o predomínio da miscigenação entre europeus e africanos, sendo essa última forma de miscigenação citada tida por muitos como sendo a que ocorreu com mais frequência.
Os pardos podem ter os mais variados perfis fenótipos (aparência) e comportamentais. A rigor, o que caracteriza um pardo é, para alguns autores, simplesmente, sua miscigenação. Não há um senso de pertencimento étnico entre os integrantes deste segmento e, geralmente, os pardos se percebem mais como “brasileiros” do que como “mestiços”, mas a existência de movimentos próprios organizados mostra que alguns integrantes deste segmento possuem senso de pertencimento a identidade étnica distinta.
Negros Brasileiros (ou pretos)
Os negros autodeclarados compõem 7,6% da população brasileira, somando cerca de 15 milhões de indivíduos espalhados por todo o território brasileiro, embora os maiores números estejam no Nordeste e no Sudeste.
Negros no Brasil em 2009.

Nem todos os descendentes de africanos no Brasil classificam-se como “negros”, vez que muitos optam por dizer-se “pardos” ou mesmo “brancos” por conta do fenótipo e da auto-declaração. A escravidão institucional no Brasil, que durou cerca de 350 anos, trouxe para o país, segundo estimativas, cerca de 4 milhões de africanos (37% de todos os escravos trazidos às Américas), mas estes, eram provenientes de diversas regiões da África, e na maioria, da África Central ou África Negra, mas também da parte Subsaariana, ao norte. Sendo o principal fator do surgimento das populações afrodescendentes nas Américas a priori.

Hoje em dia, com o intercâmbio cultural de países de língua portuguesa, o Brasil tem se tornado casa de muitos estudantes universitários africanos, muitos dos quais fazem moradia no país ou mesmo nos processos migratórios desses países para cá, como Angola, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, em busca de oportunidades de trabalho ou comercio também são importantes fatores que proliferam a população negra no país por conta da facilidade da língua e cultura.

A parte da população que se auto-declara negra também teve um retrocesso significativo igual a parte que se declara branca nos últimos anos (ver tabela do histórico populacional 1872 – 1991 acima), denotando que cada vez, a população caminha para se auto-declarar parda ou mestiça. 
Amarelos Brasileiros / no Brasil (ou orientais)
Nipônicos no Brasil
No censo demográfico do Brasil de 2010 cerca de 1,1% ou 2.084.288 indivíduos se declararam amarelos.Estão concentrados basicamente em dois estados brasileiros: São Paulo e Paraná, embora populações menores estejam espalhadas por todo o território brasileiro.
A categoria amarela é reservada para as pessoas de origem oriental. Contudo, no último censo do IBGE, sobretudo no Piauí, muitas pessoas que não têm qualquer origem oriental classificaram-se como “amarelas” no censo. Isso inflacionou o número real de orientais que vivem no Brasil.
A grande maioria dos amarelos brasileiros são descendentes de japoneses que imigraram para o Brasil entre 1908 e 1960, devido a problemas econômicos. O Brasil abriga hoje a maior comunidade japonesa fora do Japão. Outros grupos amarelos em fase de crescimento rápido, são os chineses e coreanos que atualmente integram o comércio nas capitais. Principalmente hoje, com a constante imigração coreana e chinesa através do comércio de varejo no Brasil, que atrai muitos asiáticos para essas terras.
Grupos de imigrantes recentes no país, os primeiros registros de coreanos no Brasil remontam a 1918, quando os primeiros coreanos teriam aportado no Brasil. Eram apenas seis pessoas que vieram visitar o país e não retornaram. Coreanos imigrantes, especialmente pequenos grupos familiares chegados na década de 1950. Mas a imigração coreana no Brasil teve seu início oficial em 23 de fevereiro de 1963. Hoje, cerca de 92% no estado de São Paulo Destes, 90% moram e trabalham na capital paulista.
A imigração chinesa no Brasil teve início em 1812, quando dom João VI trouxe, de Macau, duzentos (ou quatrocentos) chineses para introduzir o cultivo de chá em São Paulo e para trabalhar na implantação da ferrovia no Rio de Janeiro, capital do país na época.
Eles iniciaram lavouras experimentais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro e na Fazenda Imperial de Santa Cruz, porém o experimento fracassou e a colônia chinesa desapareceu.
A primeira entrada oficial de chineses em São Paulo ocorreu em 15 de agosto de 1900. O grupo era formado por 107 pessoas quer desembarcaram no Rio de Janeiro. Lá, entre 1902-1906, foi construída, na cidade do Rio de Janeiro, a Vista Chinesa, um mirante em estilo chinês em comemoração à vinda dos primeiros chineses ao país para a introdução do cultivo de chá, no início do século XIX.
Outro grande fluxo da imigração chinesa se deu a partir da década de 1950. Os principais motivos dessa migração foram as guerras que estavam ocorrendo na China, e que ocasionavam a falta de alimentos no país.
Desde o fim da década de 1990, a quantidade de imigrantes chineses vem aumentado bastante. Eles têm, como principal área de atuação, o comércio. Lojas e pastelarias são os principais ramos onde eles trabalham. Hoje, sua população no Brasil, somando imigrantes e descendentes gia em torno de Cerca de 250.000 pessoas.
Indígenas Brasileiros (ou ameríndios)
Os índios autodeclarados compõem 0,3% da população, somando cerca de 519 mil indivíduos. Embora milhões de outros tenham algum sangue índio em suas veias Populações indígenas podem ser encontradas por todo o território brasileiro, embora mais da metade esteja concentrada na Região amazônica do Norte e Centro-Oeste.
Indígena nacional (2010)
Consideram-se índios todos os descendentes puros dos povos autóctones do Brasil e/ou que vivem no ambiente cultural tradicional dos mesmos. Ainda sobrevivem diversos povos isolados, sem contato com a civilização.
Os povos indígenas do Brasil compreendem um grande número de diferentes grupos étnicos que habitam o país desde milênios antes do início da colonização portuguesa, que principiou no século XVI, fazendo parte do grupo maior dos povos ameríndios. 
O convívio dos povos indígenas com o restante da sociedade brasileira tem sido problemático desde o Descobrimento, mesmo com seus lados positivos, e não parece que as tensões vão se resolver tão cedo. Para uns o caminho inevitável é a progressiva assimilação à sociedade ocidental, para outros, o isolamento se revela a única maneira de preservar a identidade cultural das tribos, que se dissolve ou perde grande parte de suas características singulares invariavelmente em todos os casos de contato próximo e continuado com a civilização. Entre os extremos, explodem continuamente novos conflitos e disputas que causam mortes e outros tipos de violência, chegando as denúncias a fóruns internacionais como a ONU, a OEA e a OIT, sem que até agora houvesse solução satisfatória.
Atualmente, são mais de 225 etnias ou sociedades indígenas no Brasil, com 180 línguas e dialetos distintos. Esses grupos estão espalhados em praticamente todo o território nacional, sendo a região Norte a que possui o maior número de índios, em especial o estado do Amazonas – 17% do total. Algumas tribos (aproximadamente 55) são isoladas, não havendo muitas informações sobre elas.

Ancestralidades Genéticas
Os índios brasileiros não apresentavam, na época da colonização, relevantes diferenças genéticas entre si: seriam todos descendentes do primeiro grupo de caçadores asiáticos que chegaram às Américas, há 60 mil anos. Porém, culturalmente falando, os aborígenes brasileiros estavam inseridos numa diversidade de nações com línguas e costumes distintos. A chegada dos colonos portugueses, homens em sua maioria, culminou em relações e concubinatos com as índias. Os portugueses, por sua vez, já trouxeram para o Brasil séculos de integração genética e cultural de povos europeus, como os celtas lusitanos, visigodos, romanos, galegos, mouros, francos, vândalos e etc., além de que nos primeiros tempos do Brasil, uma minoria, mas significativa, de indivíduos que imigravam da Europa, professavam fé judaica. Enquanto que os negros e outros africanos que vieram para o Brasil eram provenientes em sua maioria de culturas africanas como a sudanesas (iorubás ou nagôs da Nigéria, daomeanos ou jejês de Benin, ‘fanti’ e ‘ashanti’ de Gana Nigéria, Camarões, Guiné Equatorial e Gabão) cerca de 17,8%  dos escravos, os de culturas islamizadas (peuhl ou fulas, mandingas, hauçás, do norte da Nigéria, e ‘malês’ na Bahia e ‘alufás’ no Rio de Janeiro), cerca de 14,2% dos escravos, e  bantus (Congo, Angola e Moçambique), cerca de 68% dos escravos. 
Claro que a população brasileira não teria como não ser tão heterogênea em suas origens ancestralidades, variando de região pra região, mas dispondo sempre de algumas constantes. Mas até que ponto ocorre essa heterogeneidade e qual nosso elo de ligação ou nossas constantes?

A questão indígena / Onde estão os índios?

No primeiro capítulo “Índios”, do livro “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, de Leandro Narloch, pela editora Leya, o autor disserta sobre as recentes descobertas genéticas envolvendo os índios e sua contribuição de genes na população brasileira. Ele mostra que , pesquisas de ancestralidade genômicas sugerem que em média, o brasileiro é 8% indígena. Uma análise de 2008 envolveu 594 voluntários, a maioria estudantes da Universidade Católica de Brasília que se consideravam brancos e pardos. A ancestralidade média do genoma dos universitários era 68,65% europeia, 17,81% africana, 8,64% ameríndia e 4,8% de outras origens. É pouco sangue indígena, mas não tanto se pensarmos numa população de mais de 200 milhões de habitantes. Se esse gene for predisposto em indivíduos 100% brancos, negros ou ameríndios, 8% dos brasileiros, ou seja, daria mais de 16 milhões de pessoas. Quatro vezes a média da população indígena de 1500 quando da chegada da oficial Armada Portuguesa.

O número fica maior se considerarmos qualquer pessoa que tenha a mais remota descendência nativa. Em 2000, um estudo do laboratório Gene, da Universidade Federal de Minas Gerais, causou espanto ao mostrar que 33% dos brasileiros que se auto-declaravam brancos tinham DNA mitocondrial vindo de mulheres indígenas. Isso quer dizer que, embora o número de índios tem sido reduzido para menos de 10% desde 1500 até agora (de cerca de 3,5 milhões para 325 mil aproximadamente), o número de pessoas que tem DNA mitocondrial indígena, ou seja, aumentou mais de 10 vezes. Esses números mostram que muitos dos índios simplesmente largaram as aldeias e foram viver nas cidades como brasileiros. Hoje, seus descendentes vão ao cinema, andam de avião, escrevem livros e, como seus antepassados, tomam banho todos os dias.

Pesquisas genéticas gerais no Brasil

De maneira geral, as pesquisas mostram que os brasileiros apresentam maior e mais alto grau de ancestralidade europeia do lado paterno, enquanto as ancestralidades ameríndias e africanas predominam do lado materno. Isso reflete a característica da colonização portuguesa. 

Em pesquisa desenvolvida por brasileiros e publicada no “The American Journal of Human Genetics” de 2000,  “The Ancestry of Brazilian mtDNA Lineages”, foi analisada a origem ancestral dos haplo grupos de uma amostra de brasileiros brancos. O cromossomo Y e o DNA mitocondrial são passados de geração em geração, o primeiro pelo homem e o segundo pela mulher. Por meio deles, é possível saber a origem geográfica de dois antepassados longínquos, um do lado paterno e outro do lado materno. Segundo o resultado, 33% dos brasileiros brancos, da classe média, descendem de uma ancestral indígena pela linhagem materna. Nenhum deles descende de índios pela linhagem paterna. Isso mostra que o homem indígena deixou poucos descendentes no Brasil, enquanto a mulher indígena foi importante na formação da população brasileira. 
Um outro estudo feito por brasileiro de 2013, “Revisiting the Genetic Ancestry of Brazilians Using Autosomal AIM-Indels”, que analisou o DNA autossômico nacional, estimou a porcentagem de contribuição de cada componente ancestral para a genética do indivíduo. Os brasileiros, de maneira geral, apresentam ancestralidade europeia, africana e indígena. Segundo a maioria dos estudos, a ancestralidade europeia é a maior, seguida pela africana e por último a ameríndia, em todas as regiões do Brasil. A única exceção é a região Norte, onde a contribuição indígena é maior que a africana, mas menor que a europeia. E, obviamente, nas comunidades indígenas, a ancestralidade ameríndia é a maior de todas.
Os brasileiros, brancos, pardos ou negros, apresentam um grau uniforme de ancestralidade indígena, normalmente abaixo dos 20%. Existe, contudo, discrepância regional. Enquanto na amostra de Manaus, capital no Amazonas, 37,8% da ancestralidade da população é indígena, em Santa Catarina é de apenas 8,9%.
Um estudo genético chefiado por Sérgio Pena, em São Paulo, 2004, afirmou outras variantes. Segundo ele, 45% (77 milhões) de brasileiros ao todo, na época, possuíam 90% ou mais de genes africanos subsaarianos. Entre os brancos do Norte, Nordeste ou Sudeste, mais de 75% dos apresentariam ancestralidade africana superior a 10%. Mesmo no Sul, com seu marcante histórico de imigração europeia, este valor é na ordem de 49%. 
Em comparação, nos Estados Unidos, apenas 5% dos brancos apresentam genes africanos ou indígenas. Concluiu-se que 86% dos brasileiros (146 milhões de pessoas), possuíam mais de 10% de genes africanos.
De acordo com um estudo autossômico realizado em 2008, pela UnB, a população brasileira é formada pelos componentes Europeu, Africano, e Indígena, com as seguintes proporções: 65,90% de contribuição européia, 24,80% de contribuição africana e 9,30% de contribuição indígena.
Um outro estudo genético autossômico diferente, de 2009, também indicou que a ancestralidade europeia é mais importante, seguida da Africana, e depois da Ameríndia. Todas as amostras de diferentes regiões encontravam-se mais perto dos europeus do que dos africanos ou dos mestiços do México, do ponto de vista genético.
Segundo um estudo genético autossômico de 2010, a herança europeia seria dominante entre os brasileiros, por volta de 80% do patrimônio genético da população (chegando a 90% na região sul do país). Esse estudo se refere à população brasileira como um todo: 

“Um novo retrato das contribuições de cada etnia para o DNA dos brasileiros, obtido com amostras das cinco regiões do país, indica que, em média, ancestrais europeus respondem por quase 80% da herança genética da população. A variação entre regiões é pequena, com a possível exceção do Sul, onde a contribuição europeia chega perto dos 90%. Os resultados, publicados na revista científica “American Journal of Human Biology” por uma equipe da Universidade Católica de Brasília, dão mais peso a resultados anteriores, os quais também mostravam que, no Brasil, indicadores de aparência física como cor da pele, dos olhos e dos cabelos têm relativamente pouca relação com a ascendência de cada pessoa. Esse estudo foi realizado com base em amostras de testes de paternidade gratuitos, conforme exposto pelos pesquisadores: “os teste de paternidade foram gratuitos, as amostras da população envolvem pessoas de variável perfil socioeconômico, embora provavelmente com um viés em direção ao grupo dos ‘pardos'”. 

Em outro estudo genético autossômico, em 2011, o geneticista brasileiro Sérgio Pena, com aproximadamente 1000 amostras de todas as regiões do país, “negros”, “pardos” e “brancos” (de acordo com suas respectivas proporções na população brasileira), concluiu que: 

Em todas as regiões estudadas, a ancestralidade europeia foi a predominante, com proporções variando de 60,60% no Nordeste a 77,70% no Sul do país. A ancestralidade africana encontra-se presente em grau alto em todas as regiões do Brasil. E a indígena, em grau menor, também encontra-se presente em todas as regiões do Brasil. Os ‘negros’ possuem significativo grau de ancestralidade europeia e, em menor grau, ancestralidade indígena.”

Esse estudo foi realizado com base em doadores de sangue, sendo que a maior parte dos doadores de sangue no Brasil vêm das classes mais baixas (além de enfermeiros e demais pessoas que laboram em entidades de saúde pública, representando bem, assim, a população brasileira).
Outro estudo genético de 2015, dirigido por brasileiros, que também analisou dados de 25 estudos de 38 diferentes populações brasileiras concluiu que: a ancestralidade europeia é a qual mais contribuiu para a ancestralidade dos brasileiros, seguida da ancestralidade africana, e ameríndia. O percentual encontrado foi: 62% de contribuição europeia, 21% africana e 17% indígena. A região sul tem o maior percentual de ancestralidade europeia (77%). A região nordeste tem o maior percentual de contribuição africana (27%). E a região norte tem o maior percentual de contribuição indígena (32%).

Autodeclarações étnicas e Pesquisas genéticas por região

– Norte brasileiro

A população nortista é largamente formada por pardos, descendentes de indígenas, europeus e negros. Em Manaus, a maior cidade da região, é grande o número de descendentes de ingleses, franceses e judeus, o que eleva o percentual de brancos na cidade, que chega a quase 40% da população. O que faz de Manaus a segunda capital com maior percentual de brancos na Região Norte, só fica atrás de Porto Velho. Já a população negra na Região Norte, está mais concentrada nos Estados do Pará e Tocantins, Belém e Palmas são as capitais com maior percentual de negros na Região Norte. No século XX, o Norte também recebeu grande migração dos nordestinos, que foram trabalhar nos seringais do Amazonas e do Acre. Também há um elevado número de migrantes, oriundos do sul e sudeste do Brasil na Região Norte, migrantes sulistas e também sudestinos (paulistas), estão basicamente concentrados nos Estados do Amazonas, Rondônia, onde 40% da população vem de outros locais do Brasil, como sul e Sudeste e Acre, que formou boa parte da sua população atual a partir da migração nordestina durante o ciclo da borracha na década de 1920.

TABELA DE AUTODECLARAÇÃO POR ESTADO NO NORTE

– Nordeste brasileiro

Os estados com maior população branca são Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte; os com maior população negra, Bahia, Maranhão, o qual os cafuzos também são muito comuns no Maranhão. . Já em outras, como a Bahia, e o leste de Pernambuco, os mulatos predominam. E os com maior população parda, Piauí, Maranhão e Alagoas.

TABELA DE AUTODECLARAÇÃO POR ESTADO NO NORDESTE

De acordo com um estudo genético de 2005, em São Luís a ancestralidade europeia atinge 42%; a indígena, 39%; e a africana, 19%.

Genética do Semi-árido

Pesquisadores da Universidade Federal do Ceará (UFC) decidiram investigar as marcas genéticas presentes na população do semiárido nordestino do Brasil.

O DNA coletado para o estudo revelou 56,8% de origem europeia (portuguesa e holandesa), número superior ao que se normalmente imaginava, e 22,9% de origem africana (principalmente do Quênia). A maior surpresa, porém, foi a detecção de 20,3% de origem ameríndia, com ascendência de povos asiáticos originários de Bangladesh, na região de Bengala.

Para chegar a esses números, foi coletada a saliva de 1.538 crianças de até 36 meses de idade em cidades interioranas do Nordeste. Foram incluídas as cidades de Crato (CE), Picos (PI), Ouricuri (PE), Cajazeiras, Sousa e Patos (PB).

Esses dados ajudam a confirmar a teoria de que os primeiros indígenas americanos vieram de uma migração da Ásia, instalando-se inclusive no Nordeste brasileiro.

– Centro-Oeste brasileiro

Entre os tipos humanos característicos do Centro-Oeste estão: o vaqueiro do Pantanal, o boiadeiro de Goiás, os peões das fazendas de gado, os garimpeiros, os índios com as suas múltiplas formas de cultura como a influência sulista no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e nordestina no Distrito Federal.

Um importante grupo do Centro-Oeste é o grupo dos sulistas (gaúchos, catarinenses, paranaenses) que se instalaram sobretudo no sul de Mato Grosso do Sul. Na região, foram os responsáveis pela organização da agricultura, abriram rodovias, montaram serrarias, fundaram vilas e municípios.

A expansão agrícola, boas estradas e oportunidades de progresso relativamente rápido são fatores responsáveis por essa atração. O Centro-Oeste formou sua população com migrantes vindos de todas as demais regiões do país, caracterizando-se assim pela heterogeneidade humana.

Entretanto, há equilíbrio entre a porcentagem de brancos (50,1%), concentrados sobretudo no sul, e a de mestiços (46,3%), principalmente mamelucos, encontrados nas partes norte e central. As outras etnias compõem os restantes 3,6% da população.

A presença indígena é muito intensa no Centro-Oeste. Habitam numerosas tribos inóspitas e em algumas reservas e parques indígenas que podem ser citados: o Parque Indígena do Xingu, que reúne cerca de 20 tribos diferentes, o Parque Indígena do Araguaia, na ilha do Bananal, a Reserva Indígena Xavante e a Reserva Indígena Parecis.

Os índios se dedicam, em geral, a agricultura, pecuária, artesanato, garimpagem, caça e pesca. Mas sofrem com as frequentes invasões de seus territórios.

TABELA DE AUTODECLARAÇÃO POR ESTADO NO CENTRO-OESTE

De acordo com estudos autossômicos realizados, a ancestralidade europeia responde por 66,30% da herança da população, a ancestralidade africana responde por 21,70% da e a herança indígena, 12,00%.

A composição (ancestralidade) da população de Goiás como um todo encontra-se assim descrita: 83,70% europeia, 13,30% africana e 3,0% indígena. E a do Mato Grosso do Sul: 73,60% europeia, 13,90% africana e 12,40% indígena.

– Sudeste brasileiro

São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os estados mais populosos do Brasil. Segundo o IBGE, no ano de 2013, pouco mais de 84,4 milhões de habitantes, o que equivale a quase 42% da população brasileira. A maior parte da população vive na zona urbana, devido ao êxodo rural, isto é, a saída da população do campo para viver na cidade.

TABELA DE AUTODECLARAÇÃO POR ESTADO NO SUDESTE

Na região Sudeste ocorre a migração. Muitos brasileiros da região Nordeste migraram para a região Sudeste, principalmente para São Paulo e Rio de Janeiro. Mais o momento mais importante da história da imigração no Brasil iniciou-se no fim do século XIX. Este processo imigratório, incentivado pelo governo e pelos senhores do café, objetivava utilizar trabalhadores europeus nas plantações de café.

A expansão das colheitas de café atraíram 70% dos mais de seis milhões de imigrantes desembarcados no Brasil. Entre 1820 e 1903, desembarcaram no Brasil cerca de um milhão e 140 mil italianos, 549 mil portugueses, 212 mil espanhóis e 89 mil alemães. Em números menores, pessoas de todos os cantos da Europa.
É preciso registrar que não eram somente considerações de caráter étnico que estiveram por trás do estímulo à imigração europeia: a população brasileira era no geral muito pequena, para um território muito grande.
A imigração continuou alta durante o início do século XX diminuindo após a década de 1930. Entraram nesse período diversos grupos de imigrantes no Brasil, dos mais numerosos, entre 1904 e 1972, desembarcaram um milhão e 240 mil portugueses, 505 mil espanhóis, 484 mil italianos (Italianos 42% dos imigrantes entrados no Brasil), 248 mil japoneses e 171 mil alemães.
– Sul brasileiro
Bandeirantes paulistas, missões jesuíticos e indígenas foram os primeiros a povoar o sul do país que não era, de início, terra brasileira como a vemos hoje.
Após a independência, a imigração passou a fazer parte da política Imperial, pois o Sul do Brasil continuava sem a presença de aglomerados urbanos europeus que garantissem a soberania do Império do Brasil, mantendo o povoamento pelos diversos Povos indígenas do Brasil. Nesse contexto, o Império brasileiro passou a incentivar a implantação de núcleo de colonos imigrantes no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A Região Sul do Brasil seria completamente ocupada com a colonização, que se divide em ambas as fases. A primeira fase foi a dos colonizadores vindos do Açores(portugueses) no decorrer do litoral, inclusive se destacando para a ilha de Santa Catarina, onde está localizada Florianópolis, e para a Região Metropolitana de Porto Alegre.
A segunda teve início nas primeiras décadas do século XIX, com os imigrantes vindos da Alemanha  e Itália que chegaram ao Brasil e, em número pequeno, da Rússia,  Polônia, Ucrânia, Oriente Médio e de outros lugares do mundo.
A maior parte dos habitantes que habitam a região Sul se autodeclara “branca”, 79,6% da população. E isso se deve basicamente à a imigração europeia ter se concentrado no Sul do Brasil, tendo como motivo a pela natureza, em especial porque o clima é subtropical, a necessária garantia de posse das terras do Sul, porque era uma região de povoamento escasso na época do Império (1822 – 1889), e  a abolida a escravidão, a entrada de mão-de-obra imigrante foi incentivada pelo governo brasileiro. E já no século XX, as duas guerras mundiais (1914-1918 e 1939-1945), trouxeram milhares de europeus que fugiam dos conflitos.
TABELA DE AUTODECLARAÇÃO POR ESTADO NO SUL
Os alemães estabeleceram-se principalmente no norte de Santa Catarina, na região metropolitana de Curitiba, norte e oeste do Paraná, no Vale do rio Itajaí e no vale do rio dos Sinos. Os italianos ocuparam principalmente a serra gaúcha e Sul catarinense, onde introduziram o cultivo da uva e a produção de vinho. Colonizadores de outros países tais como russos, poloneses, ucranianos, e outros grupos imigrantes fixavam-se no oeste de Santa Catarina, no Paraná e em outros lugares da região
Conclusão
Como mostram as pesquisas genética e autossômicas da população do Brasil, como um todo, no geral apresentamos ancestralidades europeia, indígena e africana, “brancos”, “pardos” e “negros”, conforme revela a genética. Os estudos genético também constatam que do ponto de vista da ancestralidade, as diferenças entre as regiões do Brasil são menores do que muitos pensavam e a ancestralidade europeia é muito maior, apesar de o número de brancos e pardos variar bastante de região para região, estado para estado e que haja discrepâncias entre os diferentes processos de povoamento que os formaram, como a comparação entre o Nordeste e Sul, variando as taxas de auto-declaração, ainda sim, percebemos que a origem mediterrânica (principalmente portuguesa, mas também itálica e espanhola, ainda a alemã e eslava no sul do país) agregada da contribuição principalmente do africano e do indígena (ameríndio, principalmente no eixo Norte-Nordeste), temos uma origem comum muito mais próxima do que esperávamos.
Esse pode ser o começo de um entendimento melhor sobre nossas origens e quem realmente somos… ainda somos os construtores da nação. 

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