Como se levou uma guerra à Europa – Nos bastidores da Primeira Guerra Mundial



“Perdeis o tempo a tagarelar. Enquanto não se achar em nossas mãos a imprensa do mundo inteiro, tudo o que fizerdes será infrutífero. É preciso que dominemos a imprensa universal ou, ao menos, influamos nela, se quisermos iludir e escravizar os povos.” 

– Sir Moses Haim Montefiore (Pg. 78 do livro ‘O Judeu Internacional’, de Henry Ford).

Introdução

O homem citado acima, Sir Moses Haim Montefiore, conhecido como Barão de Montefiore,era um filantropo judeu britânico que dedicou grande parte de sua vida e fortuna à melhora de vida dos judeus, especialmente na Grã-Bretanha. Ele escreveu isso em 1840. 34 anos antes da Primeira Guerra Mundial.
José Maria de Eça de Queiroz (1945 – 1900), o maior escritor português de todas as épocas, foi também diplomata, tendo exercido as funções de cônsul português em Cuba, Londres e Paris. Assistiu à inauguração do canal de Suez, viajou pelo Oriente e toda a Europa. Da época em que esteve na embaixada portuguesa em Londres, de 1874 a 1878, vem seu livro Cartas de Londres, de onde nas páginas 72 e 73, trata da questão judaica na Alemanha (pelo menos 36 anos antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial), ainda na época de Otto von Bismarck, o barão de Ferro. Aqui ele descreve a situação dos judeus no antigo Império Germânico:
Eça de Queiroz
“Mas o pior ainda, na Alemanha, é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem a sua influência — plano tão hábil que tem o sabor de uma conspiração. Na Alemanha o judeu, lentamente, surdamente, tem-se apoderado das duas grandes forças sociais — a Bolsa e a Imprensa. Quase todas as grandes casas bancárias, quase todos os grandes jornais, estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante, e o traz dependente do capital; mas, injúria suprema, pela voz de seus jornais, ordena-lhe o que há de fazer, o que há de pensar, como se há de governar e com quem há de se bater!” 

“Tudo isso seria suportável se o judeu se fundisse com a raça indígena. Mas não. O mundo judeu conserva-se isolado, compacto, inacessível e impenetrável. As muralhas formidáveis do templo de Salomão, que foram arrasadas, continuam a pôr em torno dele um obstáculo de cidadelas. Dentro de Berlim há uma verdadeira Jerusalém, inexpugnável: aí se refugiam com o seu Deus, o seu livro, os seus costumes, o seu Sabbath, a sua língua, o seu orgulho, a sua secura, gozando o ouro e desprezando o cristão. Invadem a sociedade alemã, querem lá brilhar e dominar, mas não permitem que o alemão meta sequer o bico do sapato dentro da sociedade judaica. Só casam entre si; entre si ajudam-se regiamente, dando-se uns aos outros milhões, — mas não favoreceriam com um troco um alemão esfomeado; e põem orgulho, um coquetismo insolente em se diferenciar do resto da nação em tudo, desde a maneira de pensar até a maneira de vestir. Naturalmente, um exclusivismo tão acentuado é interpretado como hostilidade e pago com ódio”.

O teuto-brasileiro Siegfried Ellwanger Castan, sobre esta citação de Eça de Queiroz, aponta para como o autor se destina, primordialmente, a mostrar quem, já há 140 anos, estava fazendo a cabeça das pessoas, pela imprensa, constatando desde que sua época de escritor, em (1980/1990), até hoje que a  Alemanha de hoje, salvo raras exceções, continua igual!









Erguendo uma Guerra Mundial
Contexto fora da Alemanha
“O mundo é governado por personagens muito diferentes do que é imaginado por aqueles que não estão nos bastidores”. – Benjamin Disraeli, “Coningsby”, 1844.
“Por detrás do governo visível encontra-se um governo invisível que não deve fidelidade ao povo e não reconhece nenhuma responsabilidade. Aniquilar esse governo invisível, destruir a ligação ímpia que liga os negócios corrompidos com a política, ela mesma corrompida, tal é o dever do homem de Estado’’. – Theodore Roosevelt, 26º presidente dos EUA, em 1912.
A maior parte dos historiadores está de acordo quanto ao fato de que o estopim para a guerra foi a rivalidade ideológica entre o Império da Áustria e as facções radicais da Sérvia. Rivalidade a qual causou o assassinato do arquiduque Franz Ferdinand, que deveria suceder ao trono da Áustria, e de sua esposa Sophia, executados num atentado atrapalhado e mal feito pelos sérvios radicais da sociedade secreta oculta ‘‘Mão Negra’’ em Sarajevo. 
Visto exteriormente, o mundo encontrava-se em paz no início do século XX. Mas isso era só na aparência, pois já há muito tempo, se desenrolavam as maquinações semi-secretas para um banho de sangue. A corrida armamentista e a entrada do Império Alemão unificado na partilha colonial do século XIX com a sua crescente industrialização eram apenas a parte visível da geopolítica europeia da época.  

Em, “Sociedades Secretas e seu Poder no Século XX”, o autor anônimo Jan Van Helsing escreve sobre o pré-guerra que abriu o século passado:

“A aliança dos estados alemães sob Bismarck perturbou ‘o equilíbrio de forças’ que existia há mais de dois séculos na Europa. Até 1871, a Inglaterra havia reinado sobre o continente europeu; essa supremacia tinha sido muitas vezes ameaçada pela Espanha e França ao longa da Idade Média, Moderna e a atual, mas a Inglaterra sempre saíra vitoriosa. Os alemães, que se tornaram mais poderosos pela aquisição de colônias na África, Oceania e Ásia, e também pela extensão de sua força militar, representavam uma grande ameaça econômica e militar para os carteis detentores do monopólio bancário internacional manobrado através Europa e ramificando-se pelo Atlântico, e também para a própria Inglaterra e sua supremacia na Europa.
Para remediar isso, os banqueiros internacionais que estavam excluídos nessa época, do desenvolvimento econômico da Alemanha, procuraram por todos os meios possíveis frear sua decolagem e controlá-la. Entre 1894 e 1907, foram assinados tratados e mais tratados para que a Rússia, a França, a Inglaterra e outras nações se unissem em caso de guerra contra a Alemanha. Até aquela época, antes da atual tentativa de ‘Pax do Governo Uno’ que a ONU e a UE tentam representar, assim começou a se tratar na política externa.”
A Alemanha também, prevendo essas maquinações elaborava planos de combate em caso de uma guerra, como o famoso Plano Schlieffen. Estratégia militar aplicado pelo exército alemão no início da Primeira Guerra Mundial, em 1914. Inicialmente concebido por Alfred von Schlieffen, chefe do Estado-Maior alemão entre 1892 e 1906, foi posto em prática, com alterações introduzidas pelo seu sucessor, Helmuth von Moltke.

Alemanha unificada sob Bismarck, caminhou espantosamente rápido para tornar-se potência imperial. Nos meios de transporte, as ferrovias mais do que triplicaram em 40 anos, até somarem 61 mil quilômetros em 1910. A interligação ferroviária com outros países colocou a Alemanha no centro da rede europeia. A construção de canais melhorou a rede fluvial e houve grande ampliação das linhas marítimas e da marinha mercante. Paralelamente, crescia a rede bancária.

Kaiser W. Guilherme II

No contexto do pré-guerra, no reinado de Guilherme II (1890 – 1918), a Alemanha buscou recuperar terreno perdido na corrida imperialista das grandes potências europeias. A participação do país no movimento colonizador, porém, foi feito em pequenas proporções até. Suas colônias incluíam Togo, Camarões, o Sudoeste Africano e um conjunto de territórios então denominado África Oriental Alemã.

O progresso material da Alemanha, aliado a um grande aumento da população (de 41 milhões, em 1871, para 61 milhões, em 1910), talvez tenha sido o aspecto mais importante nas décadas que precederam a Primeira Guerra Mundial. O aumento da produção industrial levou a um grande aumento das exportações.

A siderurgia desenvolveu-se a todo vapor, dando origem a firmas poderosas, como a Krupp e a Thyssen. Na indústria química, os fertilizantes impulsionaram a produção agrícola e os explosivos reforçaram o campo militar.


Tudo isso trazia grandes transformações socioeconômicas, que incluíam a conscientização da crescente classe trabalhadora – que conseguiu se organizar legalmente em sindicatos após o fim da lei antissocialista de Bismarck, em 1890. Apesar disso, a democracia social idealizada por políticos e pensadores como August Bebel, embora fosse a maior força partidária com milhões de eleitores filiados, ficou excluída de qualquer participação no governo. E o Reichstag não exercia nenhum controle sobre o governo.

Um clima de nacionalismo crescia desde muito tempo da unificação, influenciando a política do imperador. Uma das maiores conquista desse período foi a ênfase dada a Marinha Real alemã, em franca concorrência com o Reino Unido e da rápida intensificação dos interesses coloniais germânicos. Em 1900, uma nova lei naval duplicou o poderio marítimo alemão. 

Não só se criou uma potencial rivalidade geopolítica entre o Império Britânico e o Alemão como também no panorama político internacional de modo geral. 1913 foi caracterizado por amplos preparativos militares e o aumento de exércitos. Após um período de desconfiança internacional geral se definiram os que viriam a ser os principais adversários do primeiro conflito mundial: o Império Alemão e a Áustria-Hungria, suprimidos e em plena expansão na Europa Central, de um lado, e a Inglaterra, França e Rússia, de outro, colaborando em seus respectivos tratados de casos hipotéticos (ou planejados) de agressão.

Mas os poderes invisíveis usaram esse atentado para realizar a guerra mundial que Albert Pike havia anunciado 40 anos antes. A tarefa do Comitê dos 300 era de começar os preparativos cênicos para a Primeira Guerra Mundial. Do grupo da ‘Round Table’, surge o RIIA (‘Royal Institute for Internacional Affairs’ ou Instituto Real para os Negócios Internacionais) também conhecido comoChatham-House“.


Oficialmente a “Chatham House” é uma organização sem fins lucrativos, não governamental, sediada em Londres, cuja missão é analisar o conhecimento e promover uma melhor compreensão dos principais temas políticos internacionais.

Nomeado pelo Comitê dos 300, o RIIA foi posto para estudar com detalhes o fomento de uma guerra instigando a opinião pública. Para tanto, outros britânicos do Alto Escalão estavam nisso.  O Lord Northcliff, Alfred Charles William Harmsworth, jornalista e empresário, junto do Visconde de Rothermere, Harold Sidney Harmsworth, magnata da mídia, por exemplo, serviram-se disso para testar suas técnicas de “social conditioning” (condicionamento social) sobre o povo. Todos os dois, membros do ‘‘Comitê dos 300’’. Além de pessoas como Arnold Toynbee do MI6, e estadunidenses como Edward Bernays e Walter Lippman estavam envolvidos nessa tarefa pessoalmente. Esse trabalho foi levado à ‘‘Wellington House’’, onde se desenrolaram as sessões de brainstorming, técnicas de manipulação da opinião pública e levá-lo a fazer a guerra. Mais ou menos como um Think Thank hoje o faz.
Em seis meses, eles verificaram que 87% do público tinha formado uma opinião a partir do jornal, sem manifestar reflexão ou crítica pessoal. Era oque queriam. O próximo passo foi submeter a classe operária inglesa com técnicas de propaganda refinadas. Seu propósito era convencer esses operários a enviar milhares de seus filhos para a morte.

Erguendo uma Guerra Mundial
Contexto dentro da Alemanha
Henry Ford

Henry Ford, um norte-americano cujo seu país havia entrado na guerra contra o Império Alemão, deixando pra trás uma nação em ruínas, e 10 milhões de mortos, escreveu dois anos depois da guerra (1920), o livro “O Judeu Internacional”, 13 anos antes do partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães assumir o poder. A transcrição desse livro tem um valor especial, não só pela época a que se refere, como por se tratar do próprio Henry Ford, industrial, criador e fundador das indústrias automobilísticas. Pois ele o criador, nos Estados Unidos, da linha para fabricação em série ou “modelo fordista”, que barateou os produtos, não só dos automóveis, como de outros que produzia, como geladeiras e toda uma série de artigos postos no alcance popular de consumidores.

Ele também é autor de “Minha Vida e Minha Obra”, ambos esses livros desde então foram traduzidos para diversos idiomas, incluindo o português desde a época em que foram lançados. Mas o “O Judeu Internacional” foi jogado na lata do lixo da biografia de Ford e da literatura moderna. Porque? Oque ele diz?


S. E. Castan, citando o próprio livro, conta que depois da publicação do livro, os judeus ficaram profundamente indignados, porque o adversário era sério, lançando contra ele uma violenta campanha que durou vários anos e só terminou em 1927. Angustiado por graves embaraços financeiros, processado pelos judeus perante os tribunais norte-americanos, vítima de um grave acidente automobilístico muito misterioso, escreveu às organizações judaicas uma carta em que se retratava aos sionistas judeus.

Entre as páginas 25 e 30 do livro, “O Judeu Internacional” podemos ler que…

“[…] A causa fundamental da enfermidade do corpo nacional alemão tem suas raízes na excessiva influência judaica. Se tal era já há muitos anos a convicção de algumas inteligências preclaras, é tempo de que também as massas, menos inteligentes, comecem a vê-lo. Certo é que toda a vida política alemã gira ao redor desta ideia, e já não é possível ocultar o fato por mais tempo. Segundo a opinião de todas as classes sociais, tanto a derrota alemã depois do armistício como a revolução e suas consequências, sob as quais sucumbe o povo, são obra da astúcia e de um plano premeditado dos judeus. […]”

A chamada “República de Weimar” inicia em 1918, quando o país passou a ser controlado pelos próprios militares logo após a fuga do Kaiser (César, Imperador) Guilherme II quando o Império Alemão começa a retroceder na Grande Guerra (1914 – 1918). o Oberste Heeresleitung (“Comando Supremo do Exército”), impôs rapidamente uma constituição de governo civil para facilitar as negociações de paz com os Aliados, visando a capitulação alemã.

Os líderes Lloyd George (ministro britânico), Vittorio Emanuele Orlando (ministro italiano), Georges Clemenceau (Presidente da França) e Woodrow Wilson (Presidente dos EUA) posam para fotografia na entrada do palácio de Versalhes  

Em 28 de outubro de 1918, a nova constituição alemã estava pronta, convertendo o Reich (Império) numa república parlamentar (algo que havia sido evitado pelo Kaiser). Assim, o Chanceler (algo como um 1º ministro) acumulava a função de chefe de Estado no Reichstag (Parlamento Alemão) e não mais atrás do imperador. O príncipe Maximiliano de Baden foi o primeiro a assumir o cargo.

Na Conferência de paz de Versalhes, na França de 1919, dois dos plenipotenciários alemães eram judeus, além de outro não-judeu. Além disso, na delegação alemã, os peritos contavam com os judeus Max Warburg, Dr. Von Strauss, Merton, Oscar Oppenheimer, Dr. Jaffe, Deutsch, Brentano, Perstein, Struck, Rathenau, Wassermann e Mendelssohn-Bartholdy. 

Na cartoon acima, retrata-se a Alemanha pós Tratado de Versalhes. As penalidades que Alemanha recebeu e a não reintegração do país no rol das potências

Ainda em 1916, durante a guerra, judeus alemães declaravam que a derrota do país era indispensável para a “libertação do proletariado”. O comunista Stroebel disse certa vez, cita Ford: ‘Declaro francamente que a plena vitória da Alemanha não seria favorável aos interesses da social-democracia!’ Essa classe de pessoas, a qual Hitler denunciava no Mein Kampf (Minha Luta), narrando suas experiências com os sindicatos organizados quando ainda era um simples operário, pregavam por toda a parte que a elevação do proletariado seria quase impossível se a Alemanha vencesse a guerra!

Ford também notou que a proporção de judeus nas delegações de “outras” delegações na Conferência pôde ser facilmente notada através do jornalistas não-judeus que a cobriram, enquanto esse detalhe passou “despercebido” dos correspondentes judeus. Talvez por prudência. 

Castan observa que Ford nem mesmo faz distinção entre judeus e sionistas… 

“[…] Em outros países pode o judeu mesclar-se mais livremente com o indígena e aumentar seu predomínio com menos entraves, mas não assim na Alemanha. Por isso o judeu odeia o povo alemão, e precisamente por esta mesma razão os povos em que a influência judaica predominava em maior grau, demonstraram durante a deplorável primeira guerra mundial o ódio mais exacerbado contra a Alemanha. Judeus eram os que predominavam quase exclusivamente no enorme aparelho informativo mundial, com que se fabricou a ‘opinião pública’ no que toca à Alemanha. Os únicos gananciosos da Grande Guerra foram de fato os judeus”.

Concordando com o próprio Ford, “dizê-lo, não basta, é necessário comprová-lo.”  Assim que a Alemanha passou do antigo regime imperial para o republicano, em 1918/19, o gabinete dos seis, que substituiu o do governo imperial, foi ocupado pelos judeus Haase, dirigente dos negócios exteriores, auxiliado pelo judeu Kautsky, boêmio que em 1918 nem sequer possuía a cidadania alemã, e outro judeu, Landsberg. Outros foram:
Ministro da Fazenda: Schiffer (judeu)
secretário da Fazenda: Bernstein (judeu)
Ministro do Interior: Preuss (judeu)
secretário do Interior: Freund (judeu)
Serviço Oficial de Informações: Max Fritz Cohen (judeu), ex-correspondente em Copenhague (Dinamarca) do diário Frankfurter Zeitung.
Chefe de polícia de Berlim: Ernst (judeu)
Chefe de polícia de Frankfurt-sobre-o-Meno: Sinzheimer (judeu)
Chefe de polícia de Essen: Lewy (judeu)

No Governo Prussiano:

Ministério da Justiça: Hirsch (judeu)
Ministério do Interior: Rosenfeld (judeu)
Diretoria de Ensino: Futran (judeu russo)
Diretoria do Departamento de Colônias: Meyer Gerhard (judeu)
Diretoria do Departamento de Letras e Artes: Kastenberg (judeu)

Secretaria da Alimentação: Wurm (judeu)
Ministério do Fomento: Dr. Hirsch e Dr. Stadthagen (judeu)
Conselho de Operários e Soldados: Cohen (judeu). Nova instituição em que desempenhavam altos cargos os judeus Stern, Herz, Loewenberg, Frankel, Israelowitz, Laubenheim, Seligsohn, Katzenstein, Lauffenberg, Heiman, Schlesinger, Merz e Weyf.
No Governo da Baviera:
Em Munique, Eisner (judeu) nomeou a si próprio presidente do Estado da Bavaria, designando: 
Ministro da Fazenda: Jaffe (judeu)
Indústria, Comércio e Tráfego: Brentano (judeu) 
Ministérios de Würtenberg: Talheimer e Heiman (judeu)
Governador de Essen: Fulda (judeu)

Nunca a influência judaica se manifestara na Alemanha tão acentuadamente como durante a guerra. Surgiu esta com a certeza audaz de um canhonaço, como se tudo houvesse sido feito já preparado de antemão. Os judeus alemães não foram patriotas alemães durante a guerra. Se bem que esse fato não seja, na opinião das nações inimigas da Alemanha, precisamente uma falta, ele permitiu, contudo, apreciar em seu justo valor os protestos clamorosos dos israelitas, de lealdade absoluta para com os países em que vivem casualmente.

Confira nossa Loja da Livraria Virtual

Claro que esses pequenos exemplos de milhares que poderiam ser citados não falam de toda situação da guerra brutal, mas servem para demonstrar da parte dos judeus alemães principalmente os sionistas e comunistas, esqueceu-se do dever para com seu país que os acolheu e fomentaram de dentro para fora e vice-versa a queda da Alemanha. E como acerta Ford, o objetivo coletivo dessas extra ou intra conspirações político-sociais “não foi nem de leve livrar a Alemanha do militarismo, mas aprofundar todo o povo alemão em um estado caótico, que lhes permitisse se apoderarem do poder, como realmente fizeram”.
Através do controle da informação, judeus sionistas e vermelhos da época trabalharam pelos mesmos objetivos de minar o esforço de guerra alemão. Ford cita entre os jornais de circulação da época, o Berliner Tageblatt e o Münchener Neueste Nachrichten, além do já falado Frankfurter Zeitung. Agindo como verdadeiros porta-vozes da histeria derrotista e da desinformação interna, veiculando a máquina propagandística do inimigo internacional.
Quebra econômica e miséria do pós-guerra
Essa parte é importante para ser citada pois teve seu início ainda durante o grande conflito europeu. 

“No momento em que estalou a guerra, passaram todos os víveres e petrechos de guerra às mãos judaicas e desde esse momento começou a aparecer tal falta de probidade, que minou a confiança dos combatentes. Do mesmo modo que os demais povos, soube também o alemão que toda a guerra significa sacrifício e sofrimentos, e mostrou-se desde o primeiro dia disposto a suportá-los. Agora, porém, compreenderam os alemães que estavam explorados por uma horda de judeus, que haviam preparado tudo para tirar enormes proveitos da miséria geral do povo teutônico.”

Atribuído a isso, encontraram-se as casas bancárias, de empréstimos públicos e através das trocas de favores e cargos ministeriais, que por muitas vezes estava sujeito o governo na compra de material bélico para os custos da guerra. Assim, desapareceram durante a perca da guerra e reapareceram em baixa quantidade, apesar de serem abundantes dada a economia alemã e extremamente inflacionados e caíram sobre domínio financeiro das casas judaicas de crédito as sociedades de guerra alemãs. 
Ex soldado alemão da Primeira Guerra Mundial. Mutilado, vivendo de esmolas, nas ruas da Alemanha do pós guerra. Uma realidade triste em 1919 por diante
Alemães indo comprar pão em 1923

O marco alemão e a hiperinflação de de 1923/24
Alemanha era obrigada a pagar uma quantia enorme em reparações de guerra, e o país começou também a passar pelo terror da hiperinflação. 
Com a desordem, quem tinha dinheiro, pôde comprar as cartas de distribuição e racionamento, pesadamente trabalhados pelo governo imperial para que fossem devidamente distribuídos, mas com preços triplicados na fonte, lucrando vertiginosamente com a situação calamitosa nacional. 

“Por causa desses sortimentos ocultos, de que dispunham os judeus, falharam os cálculos e censos do governo. Inquietou-se a moral pública diante desse fenômeno. Instauraram-se demandas, iniciaram-se os processos, mas quando chegava a hora de dar a sentença, tanto os juízes como os acusadores sendo judeus, terminava tudo por uma desistência quase geral. Se, porém, o acusado era alemão, empunhavam multas que deveriam ter sido também pagas pelos outros”.

Conclusão e Consequências
Pode-se dizer que esses fatos ficaram marcados na memória de quem viveu aquele período. O próprio Adolf Hitler não deixava de ter razão quando criticava a Social-Democracia Alemão, que ainda hoje posa de primigênia vertente anti-fascista por sua atitude relapsa e entreguista. Se Hitler estivesse vivo para ver que assim como naquela época, a Alemanha de hoje possui um mesmo governo fantoche internacional que tenta extinguir o próprio povo, sem sequer um justo tratado de paz, em nome do internacionalismo e do Sistema Financeiro apátrida, da mesma forma como a 100 anos atrás, teria muito desgosto.
Da mesma forma que Hitler fez essa distinção entre o marxismo judeu e o burguês em Mein Kampf, quando trata da política germânica do pré-guerra, Ford faz uma diferenciação entre o sionismo judaico para pobres e para ricos em sua época tanto na Alemanha quanto na Rússia, na época debaixo do regime soviético:

“É preciso, pois, tanto na América como na Rússia, diferenciar claramente entre os métodos dos judeus ricos e os dos pobres; ocupam-se, uns, de subjugar os governos, e os outros de ganhar as massas populares, porém ambos tendem a um mesmo e idêntico fim”

Claramente, a dominação mundial ainda hoje age dessa forma: esquerda, direita, conservadores e progressistas. A eterna dualidade democrática sem saída.

“A interpretação geral dos alemães e russos pode ser francamente reduzida a estes termos: É o judaísmo a potência mais bem organizada do mundo, com métodos mais rígidos ainda que os do Império Britânico. Forma um Estado, cujos súditos lhe obedecem incondicionalmente, onde quer que vivam, sejam pobres ou ricos, e esse Estado, existente dentro dos demais Estados, chama-se na Alemanha ‘Pan-Judeia – AH Judah’. Os meios de dominação desse Estado pan-judaico são o capitalismo e a imprensa, isto é, dinheiro e difusão ou propaganda”. Entre todos os Estados do mundo o único que exerce realmente um domínio universal é a Pan-Judeia; todos os demais podem e querem exercer somente um domínio nacional”.

O domínio da imprensa, das produções técnicas, científicas e literárias traduzem exclusivamente a índole desse sistema para com o “gado”.  São elas o principal propulsor do governo mundial. Ford já dizia que o capital e jornalismo se reúnem no produto imprensa, constituindo o verdadeiro instrumento dominador desse sistema. 

“Não existe mais o gigantesco Império Britânico, que desabou após a segunda guerra mundial, nem a Pan-Judeia na Alemanha, pois existe Israel, apesar dos problemas com os palestinos e árabes em geral, e o Conselho Mundial Judaico, em. Nova York, cidade onde reside praticamente o dobro de habitantes judeus existentes em Israel”.

————————————————————————————————————————–
Fontes:
CASTAN, Siegfried Ellwanger. Holocausto Judeu ou Alemão – nos bastidores da mentira do século. 26ª edição, ed. Revisão, Porto Alegre: 1998. pgs. 20 à 26.
FORD, Henry. O Judeu Internacional. Edição S. E. Castan: Porto Alegre. pgs. 25 à 30.
HELSING, Jan van. As Sociedades Secretas e seu Poder no Século XX. Ewertwerlag S.L., França: 1995. pgs. 119 à 121.
DW: História da Alemanha – A República de Weimar. Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/a-rep%C3%BAblica-de-weimar/a-890198>. Consultado em 14 de setembro de 2018.
Des Griffin: Die Absteiger, p. 83 e seguintes: Certos autores que se referem ao prof. Carol Quigley escrevem que o RIIA foi fundado no mesmo tempo que o CRF, junto com o acordo de Versalhes. Outros autores, tais como o dr. Coleman, atestam que o RIIA já era atuante antes da Primeira Guerra Mundial, talvez sob a cobertura da Round Table, e que já estava sob as ordens do Comitê dos 300.
Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 16.
Dieter Rüggeberg: Geheimpolitik, der Fahrplan zur Wel; therrschaft, p. 75.
Des Griffin: Die Absteiger, p. 84–86.
Des Griffin: Die Absteiger, p. 84 e seguintes. William Bramley: Die Götter von Eden. p. 366 e seguintes.

Outras formas de doação? Entre em contato: osentinelabrasil@gmail.com

Please follow and like us:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *