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Christa Savitri: A exemplar luta de Kim Jong-Un contra a degeneração moral

Diversas fontes afirmam que recentemente Kim Jong-Un determinou uma proibição legislativa contra o consumo de mídias estrangeiras, com ênfase nas provenientes da Coréia do Sul, EUA ou Japão, envolvendo determinadas punições. [1] 

Ele também enviou uma recomendação à Liga da Juventude para que reprimisse entre os jovens o comportamento típico ocidental. Neste comportamento estão inclusos o uso de gírias, penteados chamativos e determinadas roupas que o líder norte-coreano descreveu como “venenos perigosos”. Ele justificou sua atitude como uma forma de evitar o “comportamento antissocialista, individualista e desagradável entre os jovens”.

Da mesma forma que Kim impediu a chegada do coronavírus em seu país por ter fechado suas fronteiras, Kim também impede que o câncer moral que consome o ocidente contamine seu povo.

 

Onde nós, ocidentais, estamos, para julgar as atitudes de Kim? Não temos autonomia em nossos próprios países, não temos nenhuma moral que conduza o comportamento dos adultos, quem dirá o dos jovens!

O estilo de vida estadunidense influencia o mundo há mais de meio século. Onde foram parar as individualidades culturais, morais e religiosas de cada povo?

Poderíamos citar diversos países que abandonaram seus hábitos e passaram a aderir ao nocivo estilo de vida emanado do liberalismo norte-americano. Os alemães agem como estadunidenses, os italianos, os franceses, os portugueses e também os ingleses. Os brasileiros aderiram ao estilo de vida estadunidense, assim como argentinos, e se formos ao outro lado do mundo poderíamos encontrar a influência deste país.

Mas seus filmes incentivam o consumo de drogas, comportamento violento e criminoso, promiscuidade e adultério, suas músicas não incentivam nada de bom e basicamente a cultura geral do americano é: quanto mais medíocre melhor, tanto no setor cultural quanto no individual.

Isto se trata de uma estratégia política globalista. É óbvio que todo governo tem poder sobre o conteúdo midiático que chega ao povo. É do conhecimento de todos, o papel primordial exercido pela mídia em termos de influência desde a era dos jornais impressos e rádios. Se o governo não tivesse controle sobre a mídia, esta seria o meio principal de levantar revoluções ou de possuir mais poder do que o próprio governo, coisa que não estamos vendo acontecer.

 

Então porque os governos ocidentais, tendo também o controle sobre a mídia, não coíbem, mas muito pelo contrário, incentivam que a degeneração midiática contamine seu povo?

Porque o liberalismo se alimenta de degeneração moral!

Podemos comparar os gastos de uma família tradicional com os de um jovem adulto aderido à subcultura estadunidense:

Uma família tradicional girará a roda do capitalismo consumindo itens que estão distribuídos entre: moradia, alimentação, vestimentas, transporte, itens de utilização doméstica e lazer.

Um jovem que aderiu ao comportamento que a mídia nos traz consome: entretenimento em bares, show e festas, fastfood´s, roupas para se destacar socialmente, bebidas, drogas, veículos caros, cosméticos, tratamentos estéticos, itens tecnológicos, além de ser consumidor nato da própria mídia que incentiva e ensina seu comportamento degenerado. Não obstante, uma vida desregrada e sem limites morais sempre leva à deterioração da saúde, contribuindo, portanto, para o mercado da AIDS, do câncer, da obesidade, da depressão e demais doenças.

 

O liberalismo não se importa se com o incentivo midiático que contamina as mentes populares, teremos como resultado famílias destruídas pelo uso de drogas, casais separados pela normalização do adultério em novelas e filmes, doenças que se alastram pelo mundo inteiro derivadas de comportamentos autodestrutivos ou hedonistas. O liberalismo não se importa se seu filho vai se suicidar após anos de adesão ao estilo de vida decadente que eles incentivam.

O que Kim Jong Un, perde, portanto, ao ter cortado o mal pela raiz em seu próprio território?

Ele deveria, como os ocidentais, fingir que uma mídia degenerada em nada influencia? Se em nada influenciasse, eu gostaria de saber onde as crianças aprendem desde cedo o comportamento altamente sexualizado ou onde as mulheres aprenderam a se vestir e agir como prostitutas; De onde os jovens tiraram um código ridículo e decadente de vestimenta e um comportamento próprio, cheiro de gírias desprezíveis e linguajar chulo? E ainda, de onde os homens aprenderam que deveriam reduzir seu potencial de liderança e luta a um papel humilhante e passivo na sociedade?

O feminismo se firmou através de filmes, novelas e programas televisivos, assim como a liberação sexual da mulher que a fez cair do posto de mãe e esposa – este que era o posto primordial na formação da sociedade ­­­–, à mera peça sexual só validada socialmente pelo valor de seu corpo. Foi através destas mídias que a mulher desaprendeu seus valores, e também através deles o homem desaprendeu seu papel de liderança, tornando-se cada vez mais passivo e inútil. No fim, todos se tornaram nada mais que meros consumidores.

O Ocidente liberal quer pintar a Coréia do Norte como maligna que em plena pandemia proíbe o Netflix, os filmes americanos e desaconselha o comportamento animalesco em seus jovens. Tendo em vista as reflexões passadas aqui, a Coréia do Norte está errada? Se as evidências expostas de que o liberalismo, através da mídia, promove a degeneração apenas para manter a roda de consumo girando ainda não são suficientes para darmos razão à Kim Jong-Un, a única análise restante é a da própria afirmação do mesmo, que, como apontado no início do texto, chama o comportamento ocidental de “antissocialista, individualista e desagradável”.

 

É antissocialista porque quando alguém vive de forma hedonista, inconsequente, com comportamentos que separam os membros do povo em pequenas tribos ou gangues, perde-se a noção de que o bem comum deve estar acima do individual. Isto é, perde-se a base do socialismo.

É individualista em diversos pontos: Se o comportamento ocidental divide a sociedade em pequenas tribos que só se entendem entre si, como grupos religiosos, grupos com orientação sexual semelhante, usuários de drogas, pessoas que aderem a determinados estilos ensinados pela mídia, vegetarianos, feministas ou aderentes a alguma nova moda qualquer, não se trata de uma cultura nacional unificante. Trata-se de pequenos grupos alvos das propagandas de consumo. Sem nação unida – não só pelo seu território, mas também pelo seu sangue em comum e cultura –, não há socialismo. A base do socialismo é a coletividade.

Além disso, o indivíduo que adere a um comportamento nocivo a si mesmo, prejudica toda a sociedade, a exemplo do usuário de drogas que se torna violento ou relaxado demais e não trabalha, faz girar o tráfico de drogas e dele a violência; Aquele que não cuida da própria saúde e distribui as consequências e gastos de suas doenças através da utilização dos meios de saúde pagos com dinheiro público; As famílias destruídas pelo adultério, pela promiscuidade e pela normalização do divórcio, incluindo o prejuízo psicológico causado nos filhos, que amanhã serão membros do povo também; a degradação do patrimônio público por prazer individual, os acidentes causados por irresponsabilidade; tudo isto parte do individualismo e são inúmeros os exemplos sobre o quanto este prejudica a sociedade como um todo e impede um socialismo saudável e fortificado através do nacionalismo.

 

É desagradável, pois, agradável é viver entre os próprios, onde todos seguem determinados comportamentos que são passados de geração em geração. Ninguém quer ver seus valores ancestrais ainda vivos, feridos pelas mazelas da modernidade e do intitulado progressismo que de progresso não tem nada. A única coisa que progride neste sistema é o poder do dinheiro, e por ele sacrifica-se toda a beleza da unidade nacional que outrora existiu, onde um povo, em seu território e sob uma grande liderança exercia o direito de permanecer vivo enquanto povo de identidade própria, pois levava consigo as manifestações intrínsecas de seu sangue de geração em geração. Isto é, um código único e belo de vestimenta, de conduta, de religiosidade, de alimentação e cultura geral que é o que afirma um povo de acordo com seu sangue em seu próprio solo.

Se Kim Jong-Un é o último expoente da figura de liderança que protege seu povo e seu território, suas atitudes para barrar o câncer moral não devem ser mal compreendidas, mas sim elogiadas e também aplaudidas. Devemos nos conscientizar de que o Ocidente está em fase terminal de uma doença degenerativa, proteger-se desta é direito de um povo verdadeiramente nacionalista e ainda intacto em meio à destruição liberal.

Christa Savitri


Nota

[1] Não existem fontes confiáveis para afirmar a gravidade das punições para quem distribui mídias estrangeiras e para quem as assiste, pois por ser um país devidamente fechado, o acesso às suas leis fica dificultado e devemos acrescer a isto o fato de que as notícias referentes à Coréia do Norte que chegam até nós são sempre escritas por países inimigos da Coréia, colocando em risco, portanto, a veracidade dos fatos descritos.

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