Header Ads

MAIS RECENTES

O Absurdo Sionista: Líderes judeus pedem novas edições da Bíblia e Alcorão que tenham alertas de "passagens antissemitas"



Não, você não leu errado... Líderes judeus do Congresso Judaico Europeu (Sionista), junto de "intelectuais judeus sionistas de organizações judaico-sionistas e autoridades eclesiásticas estão pedindo novas edições da Bíblia e do Alcorão que contenham em suas edições "mensagens de alerta que destacam passagens consideradas "anti-semitas" nos textos sagrados.

As recomendações foram feitas em um novo documento chamado "An End to Antisemitism!" Um catálogo de políticas dito para "combater" o anti-semitismo, produzido após uma conferência internacional organizada pelo Congresso Judaico Europeu, em Viena, este ano, na qual acadêmicos se reuniram para discutir como o preconceito e a discriminação podem ser enfrentados

Para o judaísmo internacional organizado, estar contra as políticas genocidas de Israel e o sionismo, sua ideologia, é ser anti-semita, palavra mal colocada que é atribuída a qualquer um que não concorde com a política de agenda global deles e de seus Aliados. Portanto, para isso serve a agenda de "engenharia psico-social".   

Entre as políticas mencionadas no documento estava a ideia de mensagens de advertência em textos sagrados, um tópico discutido em um capítulo intitulado "recomendações relativas a grupos religiosos e instituições".

O documento diz: 

“As traduções do Novo Testamento, do Alcorão e de outras literaturas cristãs ou muçulmanas precisam de glosas nas margens e introduções que enfatizem a continuidade com a herança judaica do cristianismo e do islamismo e alertem os leitores sobre passagens anti-semitas neles. Embora alguns esforços tenham sido feitos nessa direção no caso do cristianismo, esses esforços precisam ser ampliados e tornados consistentes em ambas as religiões."

Há vários temas no Novo Testamento que foram criticados por seu uso como justificativa para "atitudes anti-semitas". Estes incluem a culpa dos judeus pela morte de Jesus e a natureza aparentemente teimosa do povo judeu e sua deslealdade a Deus.

O chamado hoje Judaico-cristianismo é uma farsa mal concebida da modernidade. Com essa manipulação, não só se quer encobrir o fato de que o judaísmo ortodoxo sionista é hostil ao cristianismo, mas que também sempre foi hostil aos árabes e todos que não são judeus. Escondem sua política segregacionista sob o aplauso da imprensa podre, manipulam a opinião pública para fins geopolíticos através da chantagem internacional do coitadismo e vitimismo (lobby político de controle de opinião pública).

arcebispo de Canterbury
O arcebispo de Canterbury, Justin Welby, já havia falado sobre como os textos religiosos podem ser explorados ou mal interpretados para promover atitudes que eles consideram "discriminatórias".

Escrevendo em uma coletânea de ensaios publicados em 2016, ele disse: "É uma verdade vergonhosa que, através de seus ensinamentos teológicos, a igreja, que deveria ter oferecido um antídoto, agravou a disseminação desse vírusO fato de o anti-semitismo ter infectado o corpo da Igreja é algo de que nós, como cristãos, devemos estar profundamente arrependidos. Vivemos com as consequências de nossa história de negação e cumplicidade.

O documento, que foi produzido por acadêmicos, incluindo Dina Porat e Lawrence H. Schiffman, também pede que todos os textos e passagens na herança do cristianismo e do islamismo "sejam identificados e rejeitados".

Obviamente, a Igreja é uma instituição que hoje curva os joelhos para o lobby de Sião. Então, quem é mesmo aquele ao qual não se pode questionar ou falar mal?

Outras recomendações incluem líderes religiosos e pensadores que denunciam publicamente como escritos profanos canônicos ou quase canônicos de "anti-semitas religiosos". A justificativa para essas mudanças, afirma o documento, é porque as mensagens divinas são sempre comunicadas através dos seres humanos e, portanto, sujeitas a erros.

Ele diz:  

"A revelação de Deus é assim prejudicada pela falibilidade humana. Começando com o Novo Testamento, a revelação divina se expressa em textos sagrados cristãos que também expressam uma forma de ódio. As manifestações desse ódio resultaram em uma tradição de anti-semitismo que deu legitimidade moral aos crimes contra o povo judeu, cujo epítome é a Shoah. Uma vez que os conteúdos antissemitas de uma memória religiosa são identificados, líderes religiosos e seguidores precisam ser informados, conclui o documento.

Sim, o sionismo considera oficialmente que quem é anti-sionismo é racista e possui uma doença chamada "anti-semitismo", considerada oficialmente um vírus pela sua política de Estado e política internacional, assim com pela sua imprensa oficial.

Outras áreas destacadas, após a conferência, incluem a abordagem do "anti-semitismo online" e dentro de organizações de pesquisa e instituições acadêmicas. Isso inclui garantir que os mecanismos de busca da Internet privilegiem representações positivas do judaísmo e descrições precisas da história do antissemitismo.

Ou seja, fazer oque sempre fazem... o policiamento de qualquer opinião que denuncie a verdade sobre a política sionista até mesmo no espaço livre da internet, onde cada mais o "censorship" das grandes corporações pró-Israel - e logicamente pró-sionistas - opera com seu lobby. Manipulando a verdade e distorcendo os fatos. Só que oque os "intelectuais" e os sionistas querem é distorcer, de acordo com o palavrório pós-moderno, até mesmo textos religiosos e sacros. 

Você sabia que existe uma legislação oficial em muitos países que prevê oque é considerado pelos sionistas como anti-semitismo política e socialmente? Veja esse caso recente na Inglaterra e comprove. 

Acadêmicos têm reagido às recomendações sugeridas nos documentos.

Acadêmicos e líderes se reuniram em Viena no início deste ano para discutir como o fim do anti-semitismo (ou seja, aceitar o sionismo como religião mundial) pode ser discutido. Retratado aqui (da esquerda para a direita) estão Ariel Muzicant, Vice-Presidente do Congresso Judaico Europeu, Heinz Fassmann, Ministro Federal da Educação, Ciência e Pesquisa, Mathias Doepfner, CEO Axel Springer SE, Danielle Spera, Diretora do Museu Judaico de Viena, Kenneth Jacobson, Director Nacional Adjunto da Liga Anti-Difamação, Pawlo Klimklin, Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia e Dina Porat, Chefe do Centro Kantor. Todos judeus-sionistas pró-israel anti-cristãos ou ateus.

A Dra. Christine Joynes, professora de teologia em Oxford, disse ao The Times que tinha "alguma simpatia" pela sugestão de uma bíblia anotada. Mas disse: "Toda a Bíblia precisa de um aviso de saúde para lê-lo através da lente crítica correta e no contexto histórico".

Enquanto Muhammad Abdel Haleem, professor de Estudos Islâmicos na Universidade de Londres, e também falando ao The Times, disse que o Alcorão é totalmente negativo em relação aos judeus. Ele disse: "Se alguém quiser se envolver em anti-semitismo ou comportamento anti-islâmico, eles farão isso, adicionando ou não advertências e notas de rodapé".

Todos esses "intelectuais" progressistas agem como se Israel quisesse o progressismo para si ou aceitasse alguma dessas mudanças como fosse necessário. Mas ao contrário, é autoritária, genocida e segregacionista.

Fonte: Dailymail

VEJA A VERDADE DISSO TUDO AQUI:















YOAV SHAMIR: DIFAMAÇÃO


Outras formas de doação? Entre em contato: osentinelabrasil@gmail.com

POPULARES DA SEMANA

DESTAQUE NA BIBLIOTECA VIRTUAL

Clique na imagem para download FREE PDF