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Caveira Negra: Nós e o Globalismo: entendendo a Revolta dos Coletes Amarelos



O movimento que tem como símbolo o “colete-amarelo” ('gilets jaunes', em francês), que é item obrigatório para os veículos franceses, começou em 17 de novembro. Ele conta com o apoio de dois em cada três franceses e uma petição "por uma redução nos preços do combustível" que superou o milhão de assinaturas. O primeiro dia nacional de protesto mobilizou 282.000 pessoas e a segunda cerca de 106 mil, incluindo 8 mil em Paris.

Desconcertado, o governo do sócio dos Rothschild na França, Emmanuel Macron, em viagem à Buenos Aires para conferência do G-20, não dialoga com os representantes do movimento que nasceu nas redes sociais, desvinculado de qualquer comando político ou sindical. A reunião extraordinária do governo francês no Palácio do Eliseu terminou e não há qualquer comunicação. A quem servem?

Neste sábado (1º), protestos em todo o país reuniram 36 mil pessoas, segundo estimativa divulgado pelo próprio primeiro-ministro, Edouard Philippe. Cerca de 5500 manifestantes com os coletes amarelos fluorescentes foram à Champs-Elysées.

Um povo que parecia adormecido, uma nação a que sistematicamente se tem tentado fazer desaparecer às mãos do globalismo e a consequente destruição do seu sangue, sua cultura e sua dignidade e que hoje se nega a continuar sendo comprometida.

Não podia permanecer no torpor para sempre, se é a terra do grande Georges Sorel, um pioneiro e vanguardista pensador, o qual inspirou grandes correntes de pensamento dissidente, dos poetas malditos; Robert Brasillach, Louis-Ferdinand Céline e Pierre Drieu La Rochelle, presos e levados para o paredão por se recusarem a se colocar de parte dos Aliados vencedores e se manter leais a sua pátria. A França Nacional-Revolucionária do mártir François Duprat, da ratazana negra e dos grupos de jovens irreverentes e combativos da Ordem Nouveau e do Groupe Union Défense (GUD). O povo que viu nascer os precursores do pensamento como Guillaume Faye, Alain de Benoist e o grande Dominique Venner, o "Samurai do Ocidente", que tomou a sua própria vida como tributo de amor pela sua nação.



Não podia ser de outra forma, os franceses de verdade não podiam ficar submissos para sempre e hoje se levantaram impetuosos e determinados a não dar um passo atrás até ver cair os traidores.

Um precedente recente

Desde 2016, quando por força de decreto, houve a aprovação das leis da Reforma Trabalhista, executada pelo então presidente François Hollande e seu primeiro-ministro, Manuel Valls, ao qual como resposta a França viu uma explosão em várias frentes por toda a França, dos transportes às refinarias, passando pelos aeroportos de Paris, em mais de dez setores, a França não via tamanha onda de revolta. Aliás, é a maior desde 1968. Em 2016, ao passo que os líderes políticos do país, atacados até mesmo no Parlamento pela infâmia da reforma, gritavam “Não vou recuar!”, “Não há alternativa!”, só mostraram o quanto as ditas democracias Ocidentais estão em acordo com o grande Sistema Financeiro e sua organização piramidal desde as instituições de governo passando pelos bancos centrais até as sedes do poder monetário pelo mundo afora como o BIS, a City of London e Nova Iorque, etc. Hoje não é diferente. Nada mudou.

A apelidada "lei Khomri", havia sido apresentada em fevereiro de 2016 para facilitar as demissões e reduzir as indenizações com a desculpa de "promover o emprego". Até os empresários passaram a pedir por melhores condições para as pequenas e médias empresas após uma aprovação inicial... vê-se o mesmo caminho para o Brasil, pois até uma legítima revolta dos combustíveis já tivemos com a classe dos caminhoneiros.  

Essas hierarquias globais, a grande Hidra Financeira, com seus negócios em todos os lugares, colocam a humanidade cada mais a beira da falência e precarização total, num sistema dito globalizante, onde perdemos cada vez mais nossa autonomia, nossa vida é cada vez mais precária em todo lugar, ficamos cada vez mais pobres e os preços cada maiores, mas que na verdade, só indicam o quanto cada vez mais se trabalha e cada menos se pode obter dignidade no mundo. 

Porque os manifestantes lutam

A explosão da ira popular começou quando foi anunciado pelo governo um projeto de imposto sobre o combustível destinado, segundo o governo, a "financiar a transição ecológica" do país. Foi anunciando como desculpa para manter a alta de impostos, que começará a ser aplicado em 1º de janeiro de 2019 e envolverá um aumento de 6,5 centavos de euro por litro de gasóleo e 2,9 centavos por litro de gasolina, que também tais medidas seriam para ajudar as famílias mais pobres a cobrir "gastos com energia". 

Mas o uso de políticas sociais compensatórias são sempre a melhor forma de se encobrir o verdadeiro escoamento das contas públicas para a mão dos grandes financistas e nós, brasileiros, sabemos bem disso.

O governo não quer renunciar ao imposto e é mais fácil a França cair do que qualquer governo mostrar a realidade de que sobre o atual sistema financeiro bancário internacional, que dita também os preços dos combustíveis, não tem qualquer autonomia. Para isso, os políticos insistem na "pauta climática".

A pauta do aquecimento global é permeada por intenções políticas desde seu início. Vejam as implicações políticas do Acordo de Paris, por exemplo, 100 bilhões de óbices na industrialização. Aquecimento global e a maior parte das discussões ambientais das  discussões em cúpulas mundiais e logo repassado a ONGs internacionais e o suposto consenso científico é embuste pra amarrar o desenvolvimento dos países ricos em recursos naturais de economia fraca e nos países desenvolvidos economicamente, sempre surge para pautar as questão dos combustíveis. 

No caso francês, disse o primeiro-ministro Édouard Philippe: 

"Entendemos a necessidade expressa pelos franceses para receber ajuda nesta transição, porque é difícil [...] Nós não vamos anular o imposto sobre as emissões de carbono, não vamos mudar de curso, não vamos desistir de fazer frente ao desafio"  - declaração à rádio RTL no dia 14/11.

O governo assim começa a "negociar migalhas" como alternativas, em vez de atender o povo, como bônus de até 4.000 euros (era de até 2.500) para incentivar 20% das famílias mais modestas a trocar de carro e comprar uma versão menos poluente, estudar cortes de impostos, para incentivar a substituição de caldeiras em residências que usam aquecimento de óleo combustível. O governo Temer fez da mesma forma em 2017, tirando 20% do preço final do Diesel para tentando cortar subsídios da industria química nacional e dos fabricantes de concentrados de refrigerantes, levando um ultimato da Coca-Cola.

O que começou como uma revolta contra a redução nos preços do combustível de forma ordeira e pacífica, tinha que se acirrar, passado a se torna uma revolta contra todo o sistema político anti-povo que envolve a Europa e a condena num futuro de "mar de miséria, conflitos e subdesenvolvimento". pois afetando no bolso de cada cidadão, independente da ideologia e daí quando ocorre a revolta e acabasse batendo de frente com um dos "calcanhares de aquiles" do sistema financeiro, os combustíveis e sua taxação, o regime democrático mostra sua verdadeira face. As forças policiais começaram a agir de forma violenta dado tamanho número de pessoas ao passo que a grande mídia foca nos transtornos do quebra-quebra superficial, tirando o foco do porque a revolta acontece, intimidando o cidadão a ficar em casa, ser pacífico e ordeiro... como se alguma vez na história tivesse tido essa utopia alguma realidade.


Dane-se! Oque é um monumento se o país e o povo ao qual ele representa está condenado? Agora o presidente, mostrando a verdadeira face do sistema e quem ele realmente serve quer decretar estado de emergência nacional significando isso, de uma forma amenizada que o Estado mandará suas forças acabarem com você se preciso, caso saia de casa. O Senado francês também anunciou neste domingo que convocou para terça-feira os dois ministros da segurança para "explicações sobre os meios estabelecidos pelo ministério do Interior" no sábado.

Resposta de lideranças Partidárias

Mas tudo isso é claramente irrisório como mesmo apontam vários políticos franceses, entre eles, Laurent Wauquiez, o líder dos republicanos (centro),"não ouviu os franceses", pedindo que o governo desse moratória sobre impostos, Marine Le Pen, do Rassemblement National (nacionalista), que pediu para ser recebida por Macron com os outros líderes dos partidos políticos da oposição. Enquanto na esquerda, o líder dos socialistas, Olivier Faure, exigiu medidas voltadas para o poder de compra e Jean-Luc Mélenchon, líder da esquerda radical, pediu o restabelecimento do imposto sobre as grandes fortunas, enquanto aplaudiu "a insurreição cidadã" que "faz tremer o mundo do dinheiro".

Marine Le Pen e Jean-Luc Mélenchon pediram também que novas eleições fossem convocadas, oque está previsto e é totalmente legal e que fosse dissolvida a Assembleia Nacional.

A Revolta se espalha

os protestos contra os impostos dos combustíveis da França podem se espalhar para a Bélgica e Holanda, nas cidades de Nijmegen e Haia, sede do Parlamento holandês. As manifestações de pessoas em coletes amarelos sinalizam uma grande insatisfação do povo sobre seus governos. Seus líderes não tem qualquer compromisso de proteger o povo francês e sua cultura.

Um número crescente de pessoas está preocupado com a imigração, a pobreza e o futuro dos filhos. Muitas dessas pessoas não podem ser classificadas de acordo com uma direção política. Podem ser esquerdas ou direitas, mas a maioria compartilha pelo menos uma característica: são pessoas de classe média trabalhadoras.




Essas pessoas são pouco ou nada representadas na Europa Ocidental. A mídia os chama de xenófobos, os progressistas e conservadores que defendem a pauta neoliberal não os ouvem, e os partidos nacionalistas e outros que realmente prezam pelo povo são banidos ou deixados em ostracismo nas coalizões governamentais.

Preços de combustíveis e suas implicações

Se os preços da gasolina aumentam não significa, na verdade, que é porque eles tenham maior custo. Significa que nosso salário vale menos. Os preços de combustíveis, além de inflação, são também influenciados por: procura, oferta e manipulação. 

As moedas nacionais estão gradativamente sendo desvalorizadas, como era de se esperar, com isso, o poder de compra diminui e isso é inflação. Veja como no passado uma única pessoa com um bom trabalho, podia sustentar a família inteira e hoje, duas pessoas trabalhando em tempo integral dificilmente podem com suas despesas, estamos presos numa crise eterna.  


Então, quando se diz que a inflação sobre X%, isso quer dizer que em média, nosso poder de compra diminuiu X%. Mas se o governo, através da mídia e seus veículos de imprensa dizem que a política monetária, nesse mesmo sistema piramidal de gerar dinheiro a partir de dívida, deseja estabilizar em Y% para manter essa inflação dita "controlada", então eles, no topo da pirâmide e seguindo com isso a hierarquização, através da taxa de juros, estão a tirar e querem manter um nível ideal de Y% sendo subtraído daquele que é chamado de "contribuinte"... que paga o imposto e sustenta tudo isso. 

Toda a miséria na Terra é um modelo de negócio. Tudo é orquestrado a partir de cima, por organização piramidal. Então, siga o dinheiro. 

Divida Pública Nacional nós pagamos bilhões ano ano vindos dos impostos pagos pelos cidadãos, bilhões deste dinheiro criado vai bancos privados. Novamente, baseado em dinheiro criado do nada, com um contrato de dívida o qual o nosso Estado se envolve alegremente. O governo alegremente entra na "dança" pagando os bancos privados as taxas de juro (uso do dinheiro). Se pudéssemos manter esse dinheiro por ano, não precisaríamos mais economizar. 

Então, quando se percebe que essas taxas de juros na verdade são o maior corruptor, causador de todos os problemas, percebemos a farsa em torno de nós. 


Quando a Igreja tinha o controle sobre o Estado na Europa, as taxas de juros e sua cobrança eram ilegais e puníveis com a morte! 

Fontes de pesquisa: EM / A Notícia / Expresso / Renova Mídia / USA Today

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