Header Ads

MAIS RECENTES

Porque cresce o número de mulheres em movimentos nacionalistas?



A recente tomada das ruas de Chemnitz esta semana exigindo que as autoridades adotem uma postura mais dura em relação aos migrantes na Alemanha, chamou atenção pelo seu público. A maioria dos presentes era do sexo masculino, pois como é natural (e a história mostra isso), os homens são potencialmente mais inclinados para o posicionamento político, mas muitas mulheres também podiam ser vistas na multidão.

de acordo com um novo estudo da Fundação Friedrich Ebert (FES), que é afiliado ao Partido Social Democrata, de "centro e esquerda progressista", da Alemanha, que examina os eleitores de partido nacionalistas, populistas, patrióticos e conservadores na Alemanha, França, Grécia, Polônia, Suécia e Hungria, descobriu que as mulheres estão cada vez mais presentes nesses partidos e frentes políticas.
Algumas das mulheres de destaque em movimentos nacionalistas no mundo. Da esquerda para a direita: Hanna Reitsch, Eva Perón e Magda Goebbels

O que torna o nacionalismo atraentes para as mulheres?

Cerca de 17% das mulheres da Alemanha Oriental votaram no AfD (Alternativa para a Alemanha) durante a eleição para o parlamento nacional de 2017; enquanto 8% das mulheres do oeste da Alemanha fizeram o mesmo. Na Polônia, mais mulheres do que homens votaram no Partido da Lei e Justiça (PiS), na eleição de 2015 do país.


Os antigos núcleos partidários de movimentos com a AIB (Ação Integralista Brasileira, à esquerda) e o NSDAP (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, à direita) tinham proeminentes núcleos totalmente femininos, como é o caso da NS-frauenschaft (Liga das Mulheres Nacional-Socialistas) 

Elisa Gutsche, que editou o estudo da FES, concorda que esses partidos abordam muito o fortalecimento do ssitema de bem estar social, lançando propostas de benefícios maiores para as crianças e abertura de concessões economicas visando a promoção da família.

O PiS da Polônia, por exemplo, lançou a iniciativa Family 500+, que garante às famílias com dois filhos um pagamento mensal de aproximadamente € 120 (US$ 140 ou mais de R$ 560) por criança até atingirem a idade de 18 anos.

A AfD da Alemanha, por sua vez, defende uma "cultura de boas-vindas para as crianças" - em contraste com a muito elogiada "cultura de boas-vindas" do país em relação aos refugiados estrangeiros. De fato, um número considerável de eleitores do sexo feminino optou por apoiar o partido devido à ansiedade sobre o que o futuro pode manter e teme que o sistema de pensões da Alemanha possa entrar em colapso. 

Isso está relacionado ao alto fluxo de imigracionismo que visa a substituição populacional nativa, mantida a baixos índices de natalidade desses países.
Da esquerda para a Direita: Alice Weidel (AfD), Beata Szydlo (PiS), Marine Le Pen (RN) e Marion Maréchal Le Pen (RN). Exemplos de mulheres nas frentes políticas nacionalistas 

Apesar de a maioria lógica (baseado em números) dos parlamentares desses partidos ser composto por homens, ainda sim, cada vez mais as mulheres tem significativo papel não só no apoio mais na política direta. Um exemplo é a AfD, cujos dos 92 assentos parlamentares, 10 são femininos. Isso sem contar o papel de destacadas figuras de liderança nos movimentos nacionais, como a co-líder do próprio AfD, Alice Weidel, a presidente do RN (Rally National), Marine Le Pen e deputada do mesmo partido Marion Maréchal Le Pen (a mais jovem deputada da França, eleita aos 22 anos) e a ex-primeira-ministra da Polônia Beata Szydlo.

Quando Elisa Gutsche, no relatório, crítica a postura tida como mais "xenófoba" e "racista" (argumentos fálicos dos progressistas) das mulheres nesses movimentos quanto a imigração em massa (pintadas como 'islamofobia'), ela diz surpreender-se. 
Lana Jennifer Lokteff, natural do estado do Óregon é uma das principais vozes do movimento alt-right (Direita Alternativa) estadunidense. Ela apresenta um programa na Radio 3Fourteen e no YouTube, uma das estações do Red Ice - um conglomerado de mídia administrado por seu marido, o sueco Henrik Palmgren.

A cantora sueca Saga (Lina Saga Carolina Erikson),  que também é compositora e nacionalista começou como vocalista do Symphony of Sorrow, mas desde então se tornou conhecida por seus CDs de tributo à banda Skrewdriver, por seus projetos solo, e por suas letras. É uma das mais conhecidas artistas de mensagem nacionalista. 

Ao depreciar as próprias mulheres, afirmando que por viver em uma sociedade "machista e patriarcal", ao alcançar poder, tendessem a ser mais agressivas, em verdade nunca saiu da boca de nenhuma dessas mulheres um pedido de morte ou perseguição aos imigrantes não-brancos, mas sim o fim da política genocida que impede as próprias mulheres de não só deixarem de ter segurança para viver dignamente e economicamente (referencia as altas taxas de estupro) mas até de constituir família. 

Lembremos também que as taxas de estupro e agressão á mulher na Europa e em outros países que recebem imigração massiva é sempre alta devido a loucura programada de colapso social e choque cultural causado por essas políticas. 

Portanto, não é de admirar que as mulheres nacionalistas tendam a combater nessas esferas.
Cartaz Nacional Socialista Alemão fazendo promoção da política familair

Fonte: Deutsch Welle

O www.osentinela.org é um projeto de mídia informativa de viés nacionalista e tradicionalista brasileiro mantido pela própria equipe, escrevendo, editando e atualizando de forma pontual, além dos nossos leitores e seguidores de nossas mídias sociais. O conteúdo sempre será livre e de forma gratuita, mas se você quiser incentivar esse projeto, poderá fazer com qualquer valor. Assim, estará sendo VOCÊ o financiador daqueles que acreditam na causa nacional.

Outras formas de doação? Entre em contato: osentinelabrasil@gmail.com

POPULARES DA SEMANA

DESTAQUE NA BIBLIOTECA VIRTUAL

Clique na imagem para download FREE PDF